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Entender as hormonas e como variam ao longo do mês

Entender as hormonas e como variam ao longo do mês

As hormonas durante o ciclo menstrual

Antes de mais, vou apresentar-te a cinco amigos: os estrogénios, a progesterona, a testosterona, a LSH e a LH.

Estrogénios: são uma classe de hormonas unicamente femininas. Os estrogénios são maioritariamente produzidos nos ovários, e influenciam as diferenças estruturais entre os corpos masculinos e femininos (como pélvis mais larga, ou mais cabelo e mais duradouro). São também responsáveis pela ovulação.

Progesterona: é uma hormona e um esteroide com uma função importante na reprodução. Os ovários, a placenta e as glândulas adrenais produzem progesterona, que vai regular o endométrio, antes, durante e depois da gravidez.

Testosterona: é uma hormona e um esteroide frequentemente associada aos homens, mas que também é produzida, em menor quantidade, pelos ovários, nas mulheres. Esta hormona atua na densidade óssea, nos músculos e na líbido.

Hormona Folículo-Estimulante (FSH): atua sobre os ovários, estimulando o desenvolvimento folicular, fase do processo reprodutivo em que o revestimento uterino cresce.

Hormona Luteinizante (LH): regula o ciclo menstrual feminino e a ovulação.

Estas hormonas atuam, também, no teu ciclo menstrual.

Semana #1 – dia 1 a dia 7

Testosterona e estrogénio na reserva

No primeiro dia do ciclo começa a fase folicular: o teu útero está completamente preparado para receber um embrião. Se não o receber, o estrogénio e a progesterona mantêm-se nos seus níveis mais baixos, e ocorre a menstruação.

É nesta fase que os teus ovários, estimulados pela FSH, começam a produzir folículos que amadurecem. A baixa concentração de estrogénios pode fazer-te sentir cansaço, tristeza e outros sintomas menos bons. No entanto, a partir do primeiro dia da menstruação, os níveis de estrogénio sobem e, dependendo da tua sensibilidade a esta hormona, podes sentir melhorias no humor, na energia e até na confiança e otimismo. É comum sentir-se uma ligeira mudança de humor (para melhor) a partir do 4º dia.

Semana #2 – dia 8 a dia 14

Pico do estrogénio e testosterona

Durante a segunda semana do teu ciclo, os níveis de testosterona e de estrogénio sobem mais acentuadamente, até que perto do 14º dia atingem o seu pico. O resultado? É provável que te sintas muito mais bem-disposta, feliz e energética.

A fase folicular continua até ao final desta semana mas, a cerca de meio da semana, começa a fase ovulatória. Aqui, quem atua é a LH ao “provocar” a ovulação. Esta fase dura cerca de uma semana, mas é entre os dias 13 e 14 que se dá a ovulação em si, se o teu ciclo menstrual for regular.

O pico da testosterona vai também fazer com que a tua libido esteja em alta! Aproveita esta semana para socializares, para te divertires e para namorar muito –, mas sempre com proteção porque esta é a altura em que estás mais fértil!

Semana #3 – dia 15 a dia 21

Oscilações ao longo da semana

A terceira semana do ciclo menstrual é um pouco complicada. Após a ovulação, entra-se na fase lútea, que dura cerca de 14 dias, até ao fim do ciclo e início da menstruação. Nesta semana, nos primeiros dias (15-18) o estrogénio desce abruptamente, para as suas concentrações mínimas. Sim, flutuações de humor e alguma irritabilidade são de esperar.

A testosterona desce também nestes primeiros dias. Na segunda parte da semana, a produção de estrogénio volta a aumentar e a progesterona sobe e atinge o seu máximo. Isto porque, o folículo que libertou o óvulo na semana anterior fecha e forma o corpo lúteo, que produz progesterona. Esta situação tem vários efeitos: por um lado os sintomas de TPM amenizam, mas por outro lado podes sentir-te mais triste e com menos líbido – é a progesterona a atuar.

Semana #4 – dia 22 a dia 28

Descida a pique!

A quarta semana do ciclo é aquela em que os níveis de progesterona e estrogénios descem, de forma constante, até chegar ao mínimo. O mesmo se passa com as hormonas FSH e LH. Com a progesterona a descer, podes sentir a tua líbido aumentar um pouco, se bem que a descida dos estrogénios pode deixar-te menos feliz. Aqui, podes sentir vontade para comer comidas mais doces e com mais gordura.

Eeee…. repete desde o início!

Vamos falar sobre período?

Os ciclos menstruais podem variar bastante de mulher para mulher, por isso o teu pode ser um pouco diferente. Se achares que alguma coisa não está bem, procura um médico. Para saberes mais sobre proteção contra gravidezes não desejadas lê o meu guia prático da contraceção de emergência.

 

Em ellaone.pt, encontrarás todas as informações sobre a pílula do dia seguinte ellaOne®.

Contraceção de A a P: o método ideal para ti

Queres saber mais sobre contraceção, conhecer os métodos contracetivos disponíveis e qual a eficácia de cada um? Então, este guia é para ti.

Vamos testar os teus conhecimentos?

Sabes quantos tipos de contraceção existem? Quais as frequências de utilização e como atuam?

Hoje, vamos ajudar-te a descobrir qual o método contracetivo mais indicado para ti. Preparada?

Adesivo Transdérmico

O Sistema Transdérmico Hormonal ou adesivo, é o único método contracetivo semanal existente no mercado. Deve ser colocado no abdómen, nádegas, braços ou parte superior do corpo – mas nunca nos seios – e, durante 7 dias, liberta progestagénio e estrogénio no organismo. Para além da substituição semanal, exige uma pausa de 7 dias a cada 3 semanas, para que a menstruação ocorra. Por ação das hormonas libertadas, a ovulação é impedida. Tem uma eficácia de 99%, no entanto, esta pode ser reduzida em mulheres com mais de 90kg. É desaconselhada a utilização por mulheres fumadoras com mais de 35 anos, pressão arterial elevada ou insuficiência hepática.

 

Anel Vaginal

O anel vaginal flexível contém hormonas de progestagénio e estrogénio que são libertadas na corrente sanguínea, ao longo das 3 semanas (21 dias) de utilização. Este método contracetivo é bastante prático, uma vez que é introduzido da mesma forma que um tampão. Deves fazer uma pausa de 7 dias, antes de introduzir um novo anel vaginal.

Com este contracetivo, a ovulação é inibida e o muco cervical é espessado. Tal como o anterior, a sua eficácia é de 99% e é desaconselhado em mulheres com pressão arterial elevada, insuficiência hepática e fumadoras com mais de 35 anos.

 

Diafragma

O diafragma é um método contracetivo de barreira que consiste num dispositivo de borracha, com uma forma semelhante à de uma tampa e que, ao ser introduzido na vagina, bloqueia a passagem dos espermatozoides para o útero. Pode ser colocado até 6 horas antes da relação sexual e deve ser retirado 6 horas depois. Mesmo que te esqueças, é importante que não o deixes introduzido mais de 24 horas. Antes de usar este método contracetivo, tens de ser examinada por um médico. Só ele pode dizer-te qual o tamanho adequado a ti.

O diafragma deve ser usado em conjunto com espermicidas e a sua eficácia, quando usado corretamente, é de cerca de 85%. É reutilizável e tem uma vida útil até três anos, dependendo da marca. Apesar de ser um método de barreira, não protege de infeções sexualmente transmissíveis.

 

 

Sistema Intrauterino Hormonal

O Sistema Intrauterino (SIU), é um dispositivo em forma de “T” que é inserido no útero. Tem de ser introduzido por um médico. Durante o tempo que permanece no corpo, liberta progestagénio em quantidades muito baixas, espessando o muco cervical e dificultando a passagem dos espermatozoides. No caso de haver fecundação, este contracetivo impede a nidação (fixação do ovulo nas paredes do útero). A sua eficácia é de 99% mas são necessários exames regulares para garantir a sua correta posição. Em mulheres que ainda não tenham sido mães, a colocação pode ser dolorosa ou até mesmo impossível.

 

 

Espermicida

Os espermicidas são cremes, géis, espumas, comprimidos vaginais, esponjas, cones ou membranas, compostos por substâncias que diminuem a capacidade de fecundação dos espermatozoides. São muito fáceis de usar e podem ajudar na lubrificação. Em contrapartida, a sua eficácia na prevenção da gravidez é relativamente baixa: de 6 a 26%. Além disso, podem provocar irritações no pénis ou vagina e estão associados a um maior risco de infeção urinária. Ainda assim, podem ser usados em conjunto com outros métodos contracetivos.

 

Implante  Hormonal

O implante hormonal é um método contracetivo a médio-longo prazo, extremamente prático, que pode ser usado até 3 anos seguidos. Consiste numa pequena barra com 4cm de comprimento e 2mm de espessura, que é introduzida sob a pele do braço, normalmente, por um médico, e não requer qualquer intervenção, durante o tempo de uso. O implante contém um progestagénio denominado por etonogestrel e não contém estrogénio. Assim, é desaconselhado a mulheres que sofram de insuficiência hepática, pressão arterial elevada e fumadoras com mais de 35 anos. Este método contracetivo é muito discreto e tem uma eficácia de 99%.

 

 

Injeção Anticoncecional

A injeção contracetiva contém hormonas de progestagénio e é administrada, trimestralmente, por um médico ou profissional de saúde. Geralmente, a hormona é injetada num músculo nas nádegas, perna ou braço. Após a injeção, o progestagénio é libertado, gradualmente, na corrente sanguínea e ao longo de três meses. As injeções funcionam através da inibição da ovulação, espessamento do muco cervical (que dificulta a passagem dos espermatozoides) e tornando o revestimento do útero menos espesso. Tem 99% de eficácia e é ideal para mulheres que não podem tomar estrogénio, embora possa resultar em ciclos menstruais irregulares e imprevisíveis.

 

Pílula combinada

A pílula combinada contém progestagénio e estrogénio e é tomada, diariamente, durante 3 semanas, seguida de uma semana de pausa, onde geralmente ocorre a menstruação. A pílula clássica atua inibindo a ovulação mas também aumenta a espessura do muco cervical e torna o revestimento do útero mais fino. A eficácia deste método contracetivo é de 99%. No entanto, está contraindicada em mulheres fumadoras com mais de 35 anos, pressão arterial elevada ou insuficiência hepática pelo risco de tromboses.

Pílula sem estrogénio

A pílula sem estrogénio contém apenas progestagénio, sendo recomendada a mulheres em fase de aleitamento ou intolerantes ao estrogénio. Esta pílula deve ser tomada diariamente sem interrupção. Atua inibindo, consistentemente, a ovulação e espessando o muco cervical. A sua eficácia é, também, de 99%, e as contra indicações são semelhantes às da pílula combinada.

Preservativo e preservativo feminino

O preservativo é, provavelmente, o método contracetivo mais conhecido e popular do mundo. É um método contracetivo de barreira que impede os espermatozoides de chegar ao óvulo. O preservativo é, até à data, o único método que te protege de infeções sexualmente transmissíveis. A versão masculina ou externa é a mais conhecida mas existe, também, uma versão feminina, que é introduzida na vagina. Descobre-a no nosso artigo 5 Razões para usar o preservativo feminino.

 

Contraceção de emergência

Se tiveste uma relação sexual não protegida ou o teu método contracetivo falhou – por exemplo, o preservativo rompeu, vomitaste depois de tomar a pílula regular ou o teu anel saiu – corres o risco de ter uma gravidez indesejada. Nesse caso, deves optar por um método de contraceção de emergência. Conhece-os, abaixo.

 

Contraceção Oral de Emergência ou pílula do dia seguinte

O mecanismo de ação da contraceção oral de emergência é inibir ou atrasar a ovulação, para que não seja libertado nenhum óvulo. A dose é um único comprimido, que deve ser tomado o mais cedo possível após a relação sexual não protegida.

ellaOne® com acetato de ulipristal, pode atrasar a ovulação mesmo quando está prestes a ocorrer, que é quando o risco de fecundação é maior 1,2.

 

DIU de Cobre

O Dispositivo Intrauterino de cobre ou DIU de cobre-T, é o método mais eficaz de contraceção de emergência, para além de uma opção contracetiva de longa duração. Tal como o nome indica, tem a forma de um “T” e pode ser colocado até 120 horas (5 dias), após a relação sexual não protegida.  Se precisas de uma solução rápida, este não é o meio de contraceção mais indicado, já que precisa de ser introduzido por um médico. O DIU de cobre-T impede a fixação do ovulo fecundado nas paredes do útero.

 

E tu? Já sabes qual o teu método contracetivo ideal? Aconselha-te com o teu médico!

Partilha com as tuas amigas!

 

Em ellaone.pt, encontrarás mais informações  https://www.ellaone.pt/contracepcao-regular/

  1. Glasier AF, et al. The Lancet 2010; 375:555-62. Updated October 24, 2014
  2. Brache V, et al. Contraception 2013; 88(5):611-8.

Esqueci-me de tomar a pílula. E agora?

A pílula é um dos métodos contracetivos mais seguros mas o que acontece quando te esqueces de a tomar? Não entres em pânico e lê as nossas dicas!

Esquecer de tomar a pílula contracetiva é uma situação bastante comum (acontece às melhores!) mas é uma situação que não deve ser enfrentada levianamente, pois pode ter consequências importantes como uma gravidez não planeada.

Pílula: esqueci-me!

As pílulas contracetivas, se bem que diferentes, comportam-se, geralmente, de forma similar. Existem, essencialmente, três tipos de esquecimento: atraso de 12 horas ou menos, atraso de um comprimido durante mais de 12 horas ou atraso de mais do que um comprimido durante mais de 12 horas. Sabe o que fazer em cada um dos casos.

– Atraso de até 12h.

A maioria das pílulas contracetivas tolera atrasos até 12 horas. Se ainda não passaram 12 horas, desde a hora em que a deverias ter tomado, toma-a assim que te lembrares, mesmo que isso signifique tomar dois comprimidos no mesmo dia.

– Atraso maior que 12h na primeira semana.

O procedimento é o mesmo do que na situação anterior. Se te esqueceste de tomar a pílula na primeira semana, toma-a assim que possível. No entanto, lembra-te que terás de usar um método contracetivo adicional – o preservativo.

Se tiveste relações sexuais nessa semana, existe o risco de estares grávida. Aqui, deves consultar um médico ou farmacêutico e, possivelmente, recorrer a contraceção de emergência.

– Atraso maior que 12h na segunda semana.

Se te esqueceres de um comprimido na segunda semana – 8º a 14º dia do ciclo – e o atraso da toma for superior a 12 horas, deves tomar o comprimido em falta assim que te lembrares e continuar a tomar a pílula.

– Atraso maior que 12h na terceira semana.

Esqueceste-te de tomar um comprimido na terceira semana – 15º a 21º dia – do ciclo? Tens duas opções: tomá-la assim que possível e continuar a toma diária normalmente, sem fazer a pausa de 7 dias antes de iniciar uma nova embalagem ou parar a toma da pílula imediatamente, fazendo uma pausa de não mais do que 7 dias, incluindo o dia da pílula esquecida.

Em todos os casos, a contraceção adicional é imprescindível. Deves usar um método barreira (preservativo) sempre que tenhas relações sexuais até ao proximo período.

– Mais do que um comprimido esquecido por ciclo:

Se falhaste duas ou mais tomas da pílula contracetiva aconselho-te a consultar o teu médico com urgência – mas sem pânico!

Se tiveres que tomar a pílula do dia seguinte

Calma! A contraceção de emergência existe para este fim: quando existe uma relação sexual não protegida ou o método contracetivo falha – ainda que por esquecimento!

Se isto te aconteceu, aconselho-te a ler o nosso guia prático sobre contraceção de emergência. Aqui ficarás a conhecer todos os tipos, como atuam e quais os tempos de atuação.

Relembro-te que a pílula do dia seguinte ellaOne atua inclusivamente quando o risco de engravidar é mais elevado! Deve ser tomada o mais rápido possível após a relação sexual não protegida ou falha do método contracetivo e é de venda livre na farmácia.1

No entanto, nunca dispenses o aconselhamento médico ou farmacêutico: os nossos organismos são diferentes (e as pílulas contracetivas também) e todas reagimos de formas diferentes.

Ah! E já sabes, põe um alarme para nunca mais te esqueceres de tomar a pílula!

Em ellaone.pt, encontrarás todas as informações sobre a pílula do dia seguinte ellaOne.

1. Resumo da Características do Medicamento ellaOne

Pílula do dia seguinte: o que tens de saber

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A pílula do dia seguinte, nome comum dado à contraceção oral de emergência, pode evitar uma gravidez não desejada, quando tomada o mais rápido possível, após a relação sexual não protegida ou falha do método contracetivo¹. É também alvo de inúmeros mitos e conceções erradas, sem qualquer fundamento, e que vou desmistificar só para ti. Bora?

 

10 coisas sobre a pílula do dia seguinte

 

1.   Pílula do dia seguinte não é o mesmo que pílula abortiva.

A pílula do dia seguinte não provoca o aborto, atua atrasando ou inibindo a ovulação, impedindo, assim, a fecundação. A pílula abortiva, sim, atua no caso de gravidez, terminando-a numa fase inicial. Se já estiveres grávida, a pílula do dia seguinte não vai interromper a gravidez¹.

 

2.   Há dois tipos de pílula do dia seguinte.

Existem dois tipos de pílula do dia seguinte: a pílula de levonorgestrel e a pílula de acetato de ulipristal (ellaOne®).

ellaOne® atua no bloqueio temporário da ovulação, inclusivamente no momento de maior risco de gravidez².

 

3.   A pílula do dia seguinte não tem de ser tomada no dia seguinte.

A pílula do dia seguinte deve ser tomada o mais rápido possível, após a relação sexual não protegida ou falha do método contracetivo, já que a sua eficácia é maior nas primeiras 24 horas³.

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4.   Podes sentir alguns efeitos secundários.

Como todos os medicamentos, a pílula do dia seguinte pode causar efeitos secundários, embora estes não se manifestem em todas as mulheres.

Os efeitos secundários relatados com maior frequência são dor de cabeça, náuseas (enjoos), dor abdominal e período menstrual doloroso¹.

 

5.   A pílula do dia seguinte não causa dificuldades em engravidar no futuro.

Um mito muito comum é o de que a pílula do dia seguinte provoca infertilidade. Esta crença é errada, uma vez que a contraceção oral de emergência não está associada a infertilidade ou complicações numa gravidez futura e desejada. Por isso, após a toma, deves usar preservativo em todas as relações sexuais até à próxima menstruação¹.

 

6.   Não precisas de receita médica para comprar a pílula do dia seguinte.

Em Portugal, não é necessária uma receita médica para comprar a pílula do dia seguinte, nem mesmo identificação, se não o quiseres. Se precisares de usar contraceção de emergência só tens que te dirigir à farmácia mais próxima e pedir ellaOne®.

 

7.   Podes tomar a pílula do dia seguinte mesmo que uses outro tipo de contraceção regular.

No caso de usares contraceção regular como a pílula, o anel vaginal ou o preservativo, e existir uma situação em que esta falhe, deves tomar a pílula do dia seguinte para evitar uma gravidez não desejada¹. Após a toma deves usar um método contracetivo barreira (preservativo) além da contraceção regular até à próxima menstruação.

8.   O teu peso não tem nada a ver com a eficácia.

O mito de que o teu peso influencia a eficácia da pílula do dia seguinte também é bastante popular. No entanto, não passa de um mito. Todas as mulheres, independentemente do seu peso corporal ou IMC, devem tomar a pílula do dia seguinte assim que possível, após a relação sexual não protegida ou falha do método contracetivo¹.

 

9.   A pílula do dia seguinte não te protegerá de relações desprotegidas futuras.

Tomar a pílula do dia seguinte protege-te de uma gravidez não desejada, referente à última relação sexual desprotegida que tiveste. Não te dá proteção para relações sexuais desprotegidas no futuro¹.

 

10.   A pílula do dia seguinte não é 100% eficaz.

Tal como os métodos contracetivos regulares, a contraceção de emergência não é eficaz em 100% dos casos. Isto porque existe a possibilidade de já teres ovulado quando tomas a pílula do dia seguinte. Tomá-la o mais rápido possível, após a relação sexual não protegida ou falha do método contracetivo, oferece melhor probabilidade de eficácia.

 

Conheces algum outro mito? Conta-me! Tens alguma dúvida? Pergunta-me! Estou, totalmente, disponível para responder às tuas questões. E partilha com as tuas amigas que achas que devem saber estas coisas sobre a pílula do dia seguinte!

Em ellaone.pt, encontrarás todas as informações sobre a pílula do dia seguinte ellaOne®.

 

¹ Resumo das características do medicamenti ellaOne®.

² Brache V, et al. Contraception 2013; 88(5):611-8.

³ Glasier AF, et al. The Lancet 2010; 375:555-62. Updated October 24,2014

 

Guia prático de contraceção de emergência

O que é?

A contraceção de emergência é um método para prevenir a gravidez, que pode ser usado até 120 horas (5 dias) depois de uma relação sexual não protegida, ou em que tenha havido falha do método contracetivo habitual (preservativo, pílula, etc.)1. Há dois tipos que deves considerar:

  • A Contraceção Oral de Emergência, ou “pílula do dia seguinte”;

O Dispositivo Intra Uterino (DIU) de cobre, inserido mecanicamente no útero.

Contraceção Hormonal de Emergência

A “pílula do dia seguinte” é um comprimido de toma única, que deve ser tomado o mais rapidamente possível após uma relação sexual não protegida, ou em caso de falha do método contracetivo habitual (por exemplo, rompimento do preservativo, falha na toma da pílula, etc.)1.

Existem dois tipos de pílulas: uma que contém acetato de ulipristal (ellaOne®) e outra que contém levonorgestrel. Ambas atuam inibindo a ovulação. No entanto, no caso de já ter ocorrido ovulação e fecundação do óvulo, a pílula do dia seguinte não será eficaz, nem impedirá fecundação nem a nidação. Sendo assim, não afetará uma gravidez que já esteja em curso, nem provocará o aborto1.

ellaOne® atua atrasando temporariamente a ovulação, inclusivamente no momento de maior risco de gravidez.

DIU de Cobre

O DIU de cobre é um dispositivo feito de cobre que tem de ser inserido no útero por um profissional de saúde. Atua impedindo a fertilização do óvulo, ou a implantação do óvulo fecundado nas paredes do útero.

Deve ser inserido até 5 dias depois da relação sexual não protegida. Este método pode ainda ser usado como um método contracetivo regular.

Quando devo usar contraceção de emergência?

Deves usar contraceção de emergência no caso de teres tido uma relação sexual não protegida, ou no caso de o método contracetivo habitual ter falhado (teres rompido o preservativo, ou teres-te esquecido de tomar a pílula contracetiva, etc.), e sempre o mais rápido possível.

A contraceção de emergência tem algum efeito secundário?

A pílula do dia seguinte, como todos os medicamentos, pode provocar alguns efeitos secundários sendo alguns dos mais comuns dores de cabeça, náuseas, dor abdominal e menstruações dolorosas1.

O DIU tem alguns efeitos secundários raros associados como dor, infeção, danos no útero. No caso de escolheres o DIU como contracetivo regular podes passar por períodos mais abundantes, longos e dolorosos.

Onde posso obter a pílula do dia seguinte?

Podes obter a pílula do dia seguinte em centros de saúde, nas urgências de ginecologia dos hospitais e nos centros de atendimento a jovens. Podes comprá-la ainda na farmácia, sem receita médica.

O DIU pode ser comprado na farmácia, com receita médica, e tem que ser colocado por um ginecologista ou profissional de saúde.

Resumindo:

  • A pílula do dia seguinte não é abortiva e não afeta a fertilidade1.
  • A contraceção de emergência NÃO protege de Doenças Sexualmente Transmissíveis1. O único contracetivo que protege de DST é o preservativo.
  • A pílula do dia seguinte NÃO substitui um método contracetivo regular1.
  • Se não menstruares 3 a 4 semanas depois do uso de contraceção de emergência deves fazer um teste de gravidez.

Em caso de dúvida, procura sempre aconselhamento do teu médico ou farmacêutico.

Para mais informações, visita ellaone.pt, onde encontrarás todas as informações sobre a pílula do dia seguinte ellaOne®.

1. Resumo das Características do Medicamento ellaOne®

 

Sabes o que é ellaOne®? Apresentamos-te este contracetivo de emergência.

A contraceção oral de emergência representa uma segunda oportunidade para a mulher, depois de uma relação sexual desprotegida, ou em caso de falha do método contracetivo habitual, e que não deseja engravidar nesse momento.

Se estás entre estes casos e ficar grávida neste momento não faz parte dos teus planos, com ellaOne® tens uma segunda oportunidade:

  • Tiveste relações sexuais desprotegidas
  • O preservativo rompeu-se ou estava mal colocado
  • Esqueceste-te de tomar a pílula, colocar o anel ou o adesivo contracetivo

ellaOne® é a pílula do dia seguinte de última geração1,2 que pode prevenir a gravidez após relação sexual não protegida, ou em caso de falha do método contracetivo utilizado, que atua inibindo ou adiando a ovulação.

Atua quando é mais importante, já que é capaz de inibir ou adiar a ovulação mesmo quando estás prestes a ovular, que é quando o risco de engravidar é maior.

Inibindo ou adiando a libertação do ovulo, os espermatozoides que se encontram no trato genital feminino não conseguem fecundá-lo.

ellaOne® é adequado para mulheres em idade fértil, incluindo adolescentes.

Não deves utilizar ellaOne® como método de contraceção habitual. A pílula do dia seguinte é um método de emergência para a prevenção da gravidez e só deve ser utilizado ocasionalmente.

Como usar: tomar um único comprimido o mais rápido possível e até 120 horas após a relação sexual desprotegida ou falha no método contracetivo.

Se após a toma de ellaOne® voltares a ter relações sexuais utiliza um método contracetivo de barreira fiável (preservativo) até ao próximo período. Isto porque a tua fertilidade pode regressar muito rapidamente. Não afeta a fertilidade.

Se já estiveres grávida, é demasiado tarde para a contraceção de emergência que tem como função inibir ou adiar a ovulação e assim prevenir o início da gravidez. ellaOne® não interrompe uma gravidez em curso. Não provoca o aborto.

Em Portugal ellaOne®  é um medicamento não sujeito a receita médica de dispensa exclusiva em farmácia.

www.ellaone.pt

  1. Gemzell-Danielsson and Meng, Int. J. Women’s Health 2010:2 53–61.
  2. Resumo das características do medicamento ellaOne®.

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Contracetivos hormonais masculinos: para quando?

No ano passado, suspenderam um estudo sobre um contracetivo hormonal masculino, na Universidade Martin Luther na Alemanha.

O motivo da suspensão deve-se ao fato dos investigadores terem chegado à conclusão que os efeitos secundários do medicamento eram: aumento da acne (quase 50%), distúrbios do humor (cerca de 20%) e aumento da libido (cerca de 33%).

FONTE: Efficacy and Safety of an Injectable Combination Hormonal Contraceptive for Men

Como bem sabemos, os contracetivos hormonais femininos têm precisamente os mesmos efeitos secundários e são vendidos há décadas no mercado. Então se assim é, coloca-se a questão – Contracetivos hormonais masculinos: para quando?

O único contracetivo masculino que existe hoje em dia, e não é hormonal, é o preservativo. E para não bastar, muitos homens colocam entraves à sua utilização, isto é, preferem não usar. Claro que, a responsabilidade do controlo da fertilidade sempre caiu e continua a cair sobre as mulheres, mas para fazer um bebé são precisas duas pessoas.

O mais correto seria ambas as partes se preocuparem em assumir a responsabilidade de controlar a fertilidade e não deixar cair todo este peso sobre a mulher. O problema é que ainda não há vontade para que isso aconteça. São necessárias campanhas de consciencialização sobre este tema.

Para além disso, existe uma razão pela qual os contracetivos hormonais masculinos devem ser usados ​​mais do que os contracetivos femininos:

  • No estudo da contraceção masculina, a taxa de gravidez foi reduzida para 1,5 bebés por cada 100 casais.Estes dados são comparáveis ​​com a taxa de gravidez das mulheres que tomam a pílula (9 bebés por 100 casais).

FONTE: Efficacy and Safety of an Injectable Combination Hormonal Contraceptive for Men

Com a vasectomia acontece algo muito parecido, é um contracetivo masculino irreversível, muito mais barato e com menos riscos que a laqueação de trompas. Existem apenas 5 países no mundo onde são esterilizados mais homens do que mulheres(Canadá, Reino Unido, Holanda, Butão e Nova Zelândia).

Contracetivos hormonais masculinos: para quando? A conclusão é de que se deve apostar na educação para que também os homens se sintam responsáveis pelo controlo da fertilidade tal como as mulheres.

Embora se tenha em consideração que os contracetivos femininos funcionam e que cada vez menos provocam efeitos secundários (graças à constante inovação), não deixa de ser importante que façamos uma boa reflexão sobre este tema. O importante é não baixar os braços.

Se consideras que esta deveria ser uma preocupação comum às mulheres e aos homens, começa por partilhar a ideia dos contracetivos hormonais masculinos com o teu círculo de amigos. Incentiva o diálogo. Esse é, sem dúvida, um bom primeiro passo. Roma não foi construída em dois dias, como se diz, mas uma coisa é certa, é preciso começarmos por algum lado.


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Quando tomar a pílula do dia seguinte?

Quando tomar a pílula do dia seguinte, é um pergunta que muitas de nós mulheres gostávamos de ver respondida, mais que não seja porque, podemos em algum momento da nossa vida precisar de recorrer à contraceção de emergência. Um descuido pode acontecer a qualquer momento e, no que toca a isto nenhuma de nós está imune.

A contraceção de emergência representa uma segunda oportunidade para a mulher depois de ter uma relação sexual desprotegida ou falha do método contracetivo utilizado e que não deseja engravidar nesse momento. Se te revês nesta situação deves recorrer à contraceção de emergência o mais rápido possível e assim podes evitar uma gravidez não planeada.

É importante referir que a pílula do dia seguinte não deve ser usada como método contracetivo regular, nunca! A pílula do dia seguinte deve apenas ser utilizada em situações de emergência. As relações sexuais não protegidas, ou os acidentes contracetivos podem acontecer, e ainda bem que hoje podemos dizer que também nestes casos existe uma segunda oportunidade.

1.   Quando tomar a pílula do dia seguinte

São vários os cenários em que podes necessitar de recorrer à contraceção de emergência:

  • Esqueceste-te de tomar a pílula mais de um dia, estavas doente ou vomitaste
  • Não usaste preservativo ou este rompeu-se acidentalmente
  • Utilizaste de forma errada o adesivo ou o anel vaginal
  • Falha no coito interrompido
  • Não usaste nenhum método contracetivo
  • Tomaste antibiótico ao mesmo tempo que o teu contracetivo oral.
  • Outras situações que não encontres aqui descritas, ou no caso de dúvida, consulta o teu médico ou farmacêutico.

Se estás entre estes casos e ficar grávida neste momento não faz parte dos teus planos, a tua segunda oportunidade pode ser ellaOne® .

ellaOne® é uma pílula do dia seguinte de última geração1,2 que pode evitar a gravidez após relação sexual não protegida, ou em caso de falha do método contracetivo regular habitual utilizado, que atua adiando ou inibindo a ovulação. Portanto, na altura em que um óvulo é libertado, os espermatozoides que estão no trato genital feminino já não conseguem fecundá-lo. ellaOne® atua quando é mais importante, já que é capaz de adiar ou inibir a ovulação mesmo quando estás prestes a ovular, que é quando o risco de ficares grávida é maior. A pílula do dia seguinte não tem qualquer efeito se a ovulação já tiver ocorrido, isto quer dizer que, a pílula do dia seguinte não interrompe uma gravidez em curso.

Se quiseres voltar a ter relações sexuais após utilizar ellaOne®, utiliza um método contracetivo de barreira fiável (preservativo) em todas as relações sexuais posteriores até ao próximo período. Isto porque a tua fertilidade pode regressar muito rapidamente. ellaOne® é adequado para mulheres em idade fértil, incluindo adolescentes.

Em Portugal ellaOne®  é um medicamento não sujeito a receita médica de dispensa exclusiva em farmácia. O comprimido deve ser tomado assim que possível após a relação sexual não protegida ou falha do contracetivo. Destina-se a utilização ocasional e não deve substituir o teu método contracetivo regular.

Lembra-te que existe sempre resposta para as tuas perguntas ou dúvidas sobre ellaOne®. Procura-as quando quiseres ou se preferires consulta o teu médico ou farmacêutico para que este te possa aconselhar.

www.ellaone.pt

  1. Gemzell-Danielsson and Meng, Int. J. Women’s Health 2010:2 53–61.
  2. Resumo das características do medicamento ellaOne®.
  3. World Health Organization. Family planning. Updated July 2017. http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs351/en/index.html.

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Prioridades das mulheres antes de ser mães

As prioridades das mulheres antes de ser mães mudaram ao longo da história. Noutros tempos, a prioridade de uma mulher era ser mãe. No entanto, hoje existem muitas mulheres que não incluem ser mãe na sua lista de prioridades. E, entre aquelas que as incluem, muitas colocam-nas no fim da lista. É um género de lista que se rege pela regra “coisas a fazer antes de ser mãe”. Entre as prioridades das mulheres podemos encontrar:

  1. Concluir os estudos universitários

A meu ver, não encontrávamos esta prioridade na lista de quase nenhuma mulher, devido à ideia generalizada de que os homens deveriam ser o apoio económico da família. Mas até hoje isso é básico. Quase nenhuma mulher quer ser mãe sem ter uma vida profissional que lhe assegure independência profissional e económica.

  1. Alcançar a estabilidade económica

Decidir a sua própria independência económica e profissional é fundamental para uma mulher ser capaz de sustentar a sua própria família. O mais normal é pensarmos se estamos ou não preparadas para ter filhos, e só depois disso dar realmente o passo. Nesse sentido, é aconselhável economizar algum dinheiro para comprar uma casa ou já o ter feito, fazer contas à vida, ter dois salários em casa… Mesmo tendo em conta que a organização e o orçamento doméstico difere de casa para casa, e apenas diz respeito a quem lá vive.

  1. Relacionamento estável

Embora existam muitas mulheres que decidem ser mães solteiras, ainda é uma preferência maioritária partilhar a maternidade com um parceiro, de modo que o prazer e o trabalho duro são distribuídos melhor e tudo se torna mais fácil.Passar anos com uma pessoa com quem se está a construir um futuro, e poder dar continuidade a esse projeto tendo filhos, é uma prioridade muito importante para a maioria.

  1. Viajar

Existem muitos destinos que são muito acessíveis para viajar com crianças, mas existem outros que se tornam bastante complicados, a todos os níveis. Embora existam casais muito ousados ​​que levam as suas crianças para viajar pelo mundo, há aqueles que preferem um ambiente confortável e estável com a família por perto. Para estes, ter filhos passa por assentar na vida. Se és uma viajante por natureza e a tua prioridade é fazer todas as viagens exóticas da lista antes de fazer a maior viagem de todas que é a maternidade, parte agora.

  1. Instinto maternal

Há mulheres que não se consideram nem sentem mães por diferentes motivos. Ser mãe não tem de ser o objetivo final da vida de uma mulher e, graças à evolução da sociedade, pusemos um ponto final na pressão social que quase forçava as mulheres a serem mães e assim conseguir a realização pessoal.

Quais são as tuas prioridades antes de ser mãe? partilha a tua opinião nas nossas redes sociais.


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Como atua a pílula do dia seguinte

Uma vez que somos muitas as mulheres que, em algum momento da nossa vida, tivemos que recorrer ao uso da pílula do dia seguinte, hoje vamos ver como atua a pílula do dia seguinte.

Devemos ter bem presente que a pílula do dia seguinte não deve ser usada como método de contraceção regular, nunca. A pílula do dia seguinte deve ser de uso excepcional apenas em situações de emergência. Por exemplo, no caso de teres relações sexuais não protegidas ou falha do método contracetivo regular, e considerares que não é a altura certa da tua vida para ter um bebé. A pílula do dia seguinte pode prevenir a gravidez adiando a ovulação, se esta ainda não tiver ocorrido. Isto significa que os espermatozoides que aguardam nas trompas de Falópio não irão conseguir encontrar um óvulo e fertilizá-lo.

Para percebermos como atua a pílula do dia seguinte, tomamos como ponto de referência, o momento de maior risco, a ovulação que ao contrário do que possas pensar é muito difícil de prever o momento da ovulação …

a. Se tomaste a pílula do dia seguinte antes da ovulação:

No caso de tomares a pílula do dia seguinte antes da ovulação , o efeito da sua ingestão é adiar ou inibir a libertação do óvulo. Portanto, na altura em que um óvulo é libertado (ovulação), os espermatozoides que estão no trato genital feminino não conseguem fecundá-lo.

b. Se tomaste a pílula do dia seguinte 2 dias antes da ovulação:

Este é sem dúvida o momento de maior risco quando a ovulação se aproxima que é quando a mulher é mais fértil. ellaOne® a pílula do dia seguinte de última geração1,2 pode evitar a gravidez após uma relação sexual não protegida, ou em caso de falha do método contracetivo regular utilizado, atua adiando ou inibindo a ovulação. ellaOne® atua quando é mais importante, pois é capaz de adiar ou inibir a ovulação mesmo quando estás prestes a ovular, quando o risco de ficares grávida é maior.

c. Se tomaste a pílula do dia seguinte quando estás na ovulação ou após a ovulação:

Se estiveres a ovular ou já tiveres ovulado, a pílula do dia seguinte não vai fazer qualquer efeito porque não é possível adiar algo que está a acontecer ou já aconteceu. Por outro lado, a pílula do dia seguinte não interrompe uma gravidez em curso 2. Se estiveres grávida, é demasiado tarde para contraceção de emergência, porque esta atua antes do início da gravidez.
“Ok, já percebi como atua a pílula do dia seguinte, mas ouvi coisas …” Não te preocupes, se estás na dúvida em algum ponto é porque provavelmente te disseram que a pílula do dia seguinte é abortiva, ou é uma bomba hormonal, enfim muita coisa se diz por aí a respeito da pílula do dia seguinte. Por isso, aconselho-te a ler os 4 mitos da pílula do dia seguinte. Como tu, existem outras tantas mulheres confusas e que depois de lerem este post perceberam que muito do que se diz por aí, não passa de mitos.

Lembra-te que a pílula do dia seguinte não é eficaz a 100%. Tomar a pílula do dia seguinte o mais cedo possível após a relação sexual não protegida ou falha do método contracetivo regular oferece uma probabilidade maior de eficácia. 3

Se quiseres ter relações sexuais depois de utilizares a pílula do dia seguinte, deves utilizar um método contracetivo de barreira (preservativo) até aparecer o período seguinte.

É importante partilhar informação, por isso encorajo-te a fazê-lo.

Volta sempre que quiseres, é um prazer ter-te aqui!

www.ellaone.pt

  1. Gemzell-Danielsson and Meng, Int. J. Women’s Health 2010:2 53–61.
  2. Resumo das características do medicamento ellaOne®.
  3. World Health Organization. Family planning. Updated July 2017. http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs351/en/index.html.

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