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Prós e contras de manteres uma relação aberta

Conheces os prós e contras de uma relação aberta? Sabes sequer o que é uma relação aberta? Não desesperes, nós temos respostas para ti.

Estás a pensar em propor uma relação aberta ao teu parceiro? Ou estás apenas a ponderar o que é que uma relação aberta significa? De qualquer forma, é bom perceber bem tudo aquilo que uma relação aberta implica – o bom e o mau.

Relação aberta na era do Tinder: prós e contras

Antes de mais vamos à definição (se é que existe uma) do que é uma relação aberta. O conceito vem a ser discutido e é aceite desde 1970. Define-se, mais ou menos, como uma relação entre duas pessoas, não monógama, em que um ou ambos os parceiros podem ter envolvimento físico e/ou emocional com outras pessoas, sem que seja considerado infidelidade ou traição.

Obviamente, os relacionamentos abertos geram muita polémica, havendo quem apoie com unhas e dentes e quem rejeite totalmente. Há quem ache que as relações abertas são a solução para relações à distância. Será que uma relação aberta é para ti? Conhece os prós e contras.

Prós

  • Podes estar com outras pessoas

Isto significa que não tens de ser monógama, se não o quiseres. Podes envolver-te física e/ou emocionalmente com outras pessoas – dependendo do acordo inicial com o teu parceiro.

  • Mais variedade no sexo

À partida, ao relacionares-te sexualmente com mais pessoas, terás contacto com mais variedade de sexo – tanta quantas as pessoas com quem te envolveres. Isto pode ser recompensador para um casal, já que diferentes pessoas podem ajudar-te a ter diferentes experiências.

  • Adeus “FOMO”!

FOMO traduz-se como Fear Of Missing Out, algo como medo de perder, de ficar de fora. Uma relação aberta pode eliminar este medo – o de que estás a perder experiências, pessoas, relacionamentos, vivências – ao não ser monógama.

  • Mais confiança

Para que duas pessoas concordem com uma relação aberta, em teoria, é necessário que entre elas haja muita confiança, muita compreensão e muito diálogo. Isto é absolutamente necessário em qualquer relação, pelo que pode ser – além de tudo o resto – uma forma de trabalharem naqueles pontos mais complicados.

  • Menos culpa

Vamos ser diretas: todas nós olhamos de vez em quando, e eles fazem o mesmo. Todos fantasiamos com outras pessoas e todos sentimos uma atração sexual ou emocional, ocasionalmente, com outros – ainda que estejamos felizes nas nossas relações. Ter uma relação aberta impede que estas pequenas, e naturais, fantasias evoluam para uma coisa mais séria, já que dá cartão verde para as satisfazer, e sem culpa!

Sabes o que significam os sonhos eróticos?

Contras

  • Muitos ciúmes

Não é pouco comum que uma relação aberta implique um dos parceiros sentir muito ciúme das relações casuais do outro – embora em muitos casos não o admitam. Se és uma pessoa insegura ou pouco confiante, deves ter especial atenção a isto, porque os ciúmes podem consumir-te. Isto pode, eventualmente, levar a mentiras e encobrimentos, e aqui a relação estaria desequilibrada.

  • Incerteza

Em linha com os ciúmes, vem a incerteza. Incerteza sobre os sentimentos do outro em relação às outras pessoas, incerteza em relação às intenções das outras pessoas em relação ao parceiro e, o pior de todos, incerteza em relação ao que o parceiro sente por nós. Não havendo uma boa confiança e diálogo, estas incertezas podem levar ao fim da relação.

  • Desigualdade

Ainda que ambos tenham permissão para estar com várias outras pessoas, será difícil conciliar e estarem ambos com o mesmo número de pessoas. Se um dos dois se envolver com mais pessoas do que o outro, isto pode levar a um sentimento de desigualdade entre vocês, como casal – por ciúmes, etc. – e acabar o vosso relacionamento totalmente.

 

  • Mais opções… mais competição

Não significa que tu ou o teu parceiro se vão apaixonar por outras pessoas, mas a possibilidade é mais alta, já que estão ambos autorizados a procurar por outras pessoas. Ninguém pode prever ao que uma relação estritamente física pode levar, nem o caminho que uma ligação emocional pode tomar, mas a verdade é que as relações abertas dão mais espaço a que as coisas aconteçam.

  • Gravidezes e ISTs

Apesar de ser um assunto desconfortável, é necessário mencioná-lo: ter mais parceiros aumenta o risco de IST e de gravidezes não planeadas. Este risco existe, é real, e por isso tens de o levar muito a sério. A melhor forma de se protegerem é terem sexo seguro – e este ponto deve ser não negociável com o teu parceiro! E, se bem que nenhum método contracetivo elimina a 100% o risco de gravidezes e de contrair IST, há métodos de contraceção muito eficazes, como podes ver no nosso guia sobre contraceção de A a P. Lê ainda o nosso guia sobre a contraceção de emergência e sobre as diferentes pílulas do dia seguinte.

Em suma, para entrares numa relação aberta com o teu parceiro, tens de ter em conta os prós e os contras deste tipo de relacionamento, de como a tua personalidade se encaixa ou não com este estilo de vida e, sobretudo, estar ciente do que pode acontecer.

O que achas deste tipo de relacionamento? Já alguma vez tiveste um, ou pensas vir a ter? Conta-nos tudo!

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Autoconfiança no sexo: como podes melhorar a tua

Como podes quebrar essa parede de timidez e vergonha e ter melhor sexo? Trabalhando na tua autoconfiança! Vê as nossas dicas.

Uma das características mais sexy que alguém pode ter é autoconfiança. Especialmente, quando sentes autoconfiança durante o sexo, podes tornar a experiência muito melhor do que já é. No entanto, para a maior parte das pessoas, confiança nelas próprias não é algo inato ou que se ganha do dia para a noite.
Um estudo recente, da Chapman University, da Indiana University e do Kinsey Institute, dos EUA, concluiu que as mulheres heterossexuais têm menos orgasmos que qualquer outro grupo. E porquê? Há várias razões apontadas, mas a predominante é de que o orgasmo feminino não tem tanta importância como o masculino.
E, cá para nós, está na hora de deitar este mito abaixo! E um bom ponto para começar, são dicas para aumentar a autoconfiança no sexo – conhece-as abaixo.

Autoconfiança no sexo

Antes de mais, quando falamos de autoconfiança no sexo estamos a referir-nos à forma como vês e sentes o teu corpo, e o teu nível de confiança quando te envolves fisicamente com alguém. É o que tu trazes e pões numa relação, e no sexo, tanto física como psicologicamente.

Conhece o teu corpo

Já o dissemos várias vezes, e não nos cansamos de o repetir: conheceres-te, e ao teu corpo, são os ingredientes principais para criares autoconfiança e aumentares a tua autoestima. E, no sexo, não é diferente. Se souberes exatamente aquilo de que gostas, podes ensinar o teu parceiro a dar-te prazer. E acredita, bom sexo faz a tua confiança aumentar!

Não tenhas medo de falar

Se, durante o sexo, não te sentires confortável com alguma situação deves dizê-lo, imediatamente. Se tiveres esta noção sempre presente na tua vida, a tua autoconfiança vai aumentar e, especialmente durante o sexo. Sabes como ser uma expert em conversa de almofada?

Respeita os teus limites

Sair da zona de conforto é bom, até um certo nível. Mas é sempre necessário teres em conta os teus próprios limites e quais deles não queres mesmo ultrapassar. E não deves ter medo, vergonha ou insegurança ao estabeleceres limites com o teu parceiro. Se há alguma coisa no sexo com a qual não concordas, ou que te faria sentir insegura, comunica-o logo.

Não sejas uma espetadora

Uma relação sexual deve ser um momento de partilha e entrega, pelo que não há lugar para espetadores. Sê mais assertiva e não tenhas medo de dizer o que queres. Lembra-te: tu conheces o teu corpo (ou devias) como ninguém, logo tu és a melhor pessoa para julgar aquilo que gostas e que te faz sentir bem. E então, de que estás à espera para pô-lo em prática?

Entrega-te às fantasias

Sempre tiveste vergonha de contar ou realizar as tuas fantasias? Se calhar está na hora de deixares esses complexos de lado e de teres coragem de admiti-las, e fazê-las! Requer coragem expores-te assim mas, depois, vais sentir-te poderosa e, certamente, vais sentir a tua autoconfiança aumentar.

Toma a iniciativa… e as rédeas!

Um preconceito ainda muito presente na sociedade – e na cabeça de muitas mulheres – é o de que o homem é quem deve ter a iniciativa no sexo. Nada mais errado! Se, consciente ou inconscientemente, pensas assim, toca já a mudar o disco! Atreve-te a tomar a iniciativa, e a ser tu a iniciar a relação. Não só fará milagres pela tua autoconfiança como é algo muito sexy e que vai deixá-lo louco!

Aventura-te fora do quarto

E se estamos a falar de autoconfiança, nada melhor do que arriscar um bocado. Já pensaste em dar asas ao vosso amor noutros sítios que não o quarto? Com isto não queremos incentivar-vos a ter sexo em sítios perigosos ou ilegais, mas sim em sítios mais… atrevidos! A emoção de uma situação nova deste género é sempre muito grande e tem efeitos muito benéficos na tua autoconfiança. Se não acreditas, experimenta!

Proteção

Algo com que, por outro lado, não se pode arriscar é com a saúde e a proteção. Uma das coisas que mais insegurança provoca às mulheres, no que respeita a sexo, é o medo de uma gravidez não desejada ou de Infeções Sexualmente Transmissíveis (IST) e, estas duas coisas são bem reais. Assim, fica a nossa última dica – mas a mais importante: Proteção, sempre! Porque o sexo seguro é o que oferece mais prazer e menos risco.

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Sexo no primeiro encontro: 5 coisas que deves considerar

Sexo no primeiro encontro pode ser absolutamente terrível ou completamente fantástico. Aqui estão 5 coisas que deves considerar antes de seal the deal.

Ainda que, cada vez mais, os tabus que envolvem sexo e sexualidade estejam a ser quebrados, o sexo no primeiro encontro ainda é visto com maus olhos por muitas pessoas, e talvez até por ti mesma. Mas porquê? Em primeiro lugar, tem a ver com uma questão sexista, já que as mulheres sofrem mais com este preconceito do que os homens. Assim, esta razão é absolutamente ridícula, e não devias tê-la em conta.

Por outro lado, o sexo no primeiro encontro é algo perfeitamente natural, que pode ou não acontecer, e em qualquer das situações está tudo bem. No entanto, há precauções a ter.

5 coisas nas quais pensar antes de sexo no primeiro encontro

Dito isto, o sexo no primeiro encontro é uma escolha de ambos (sim, tua também!), mas marca esta checklist primeiro:

1. Não vás com (altas) expectativas

Um dos problemas associados ao sexo no primeiro encontro são as altíssimas expectativas que se podem criar antes, durante e depois. Lembra-te que não conheces bem aquela pessoa (ou de todo) e que ele também não te conhece a ti. E como não há uma fórmula mágica para o sexo, e especialmente para bom sexo, é importante que saibas que quanto mais expectativas criares, maior pode ser a desilusão.

Ao mesmo tempo, não cries expectativas para o “depois”. Podem criar uma ligação muito forte ou podem até perceber que não são feitos um para o outro. Se as coisas não correrem bem – ou como idealizaste – controla o teu impulso de te culpares, ou de o culpares, ou até de achar que estás apaixonada ou que fizeste algo de mal. Não fizeste, e muito provavelmente não estás apaixonada…

2. Não forces a situação

A conversa está boa, o encontro corre perfeitamente, ele é giro, é engraçado, tu até estás a rir-te e já beberam um copo de vinho… Não aches, de forma alguma, que tens de fazer alguma coisa! Ou porque tu achas que queres, ou porque ele quer, ou porque as tuas amigas te disseram, ou porque queres provar alguma coisa.

Ou seja, deixa acontecer de forma natural. Não forces a situação para ti mesma, ou para o teu encontro. Se tiver de acontecer, acontecerá. Se não, há sempre segundos, terceiros… ou décimos encontros. E está tudo bem.

3. Segue o teu instinto

Às vezes estamos mais entusiasmadas com a ideia de ter sexo do que propriamente com ter sexo. E, como já dissemos antes, forçar alguma coisa só vai dar maus resultados. Segue o teu instinto! Apetece-te? Estás confortável com ele e com a situação? Sentes-te bem na tua pele naquele momento? Se sim, luz verde!

Outro ponto importante é não deixar os preconceitos e a opinião “dos outros” afetarem-te. Se tu queres, e ele quer, são maiores de idade e têm a oportunidade para fazê-lo em segurança, porquê deixar de ter sexo no primeiro encontro por causa do que outras pessoas vão pensar? Lá por algumas pessoas pensarem que é errado, ou feio, ou outras opiniões muito pessoais, não significa que essas tenham de ser as tuas opiniões também. Se queres, força!

4. Podes sempre, e a qualquer momento, dizer que não

E agora imagina que o ambiente já aqueceu, ou que até estás em casa dele, ou ele na tua, mas mudas de ideias. Só há uma coisa a fazer: dizer que mudaste de ideias. Já não queres, já não te apetece, o clima mudou e a tua vontade desapareceu. E lembra-te: não tens que dar nenhuma desculpa ou explicação. Como se costuma dizer, quando um não quer, dois não fazem.

O mesmo vale para o teu date! Se ele mudar de ideias, é igualmente válido. Apesar de não ser tão falado, há uma grande pressão colocada nos homens em relação ao sexo no primeiro encontro. Ele pode não querer, pode não se sentir bem ou confortável, e tu só tens de respeitar.

5. Proteção, sempre!

E qual é a coisa mais importante a ter em conta? Sim, é isso, proteção! Já falámos várias vezes do quão importante é a proteção durante as relações sexuais, e queremos realçar a sua (quase maior) importância no sexo no primeiro encontro. Ele é, tecnicamente, um estranho para ti. Não sabes nada sobre ele (além do que ele te disse), e o mesmo vale para ti. Assim, antes de qualquer date há algo que não pode ficar em casa: o preservativo! Feminino ou masculino, não interessa, apenas não deixes que uma noite possa ser arruinada porque te esqueceste de trazer um preservativo.

Sexo seguro: mais prazer, menos risco!

E lembra-te, ainda que uses um método de contraceção regular – como a pílula ou o DIU – nenhum deles te protege de Infeções Sexualmente Transmissíveis (IST). O único método contracetivo que te protege de IST é o preservativo. Só mais uma ajuda, se algo correr mal com o método contracetivo e há risco de engravidar tens uma segunda oportunidade com a pílula do dia seguinte.

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Métodos de contraceção regular: vantagens e desvantagens de cada um

Pílula, implante, preservativo, adesivo…. Quais são, afinal, os métodos de contraceção regular e quais as vantagens e desvantagens?

O que é a contraceção regular? É toda a forma de contraceção que se toma ou aplica de forma sistemática, não tendo efeitos permanentes na fertilidade. É importante fazer esta distinção entre contraceção definitiva – como a laqueação de trompas ou vasectomia –, contraceção de emergência – ou a pílula do dia seguinte – e a contraceção regular. Será que sabes tudo sobre contraceção?

 

Contraceção regular: o teu guia

Protegeres-te de uma gravidez não planeada é muito importante e, felizmente, mais fácil do que pensas. Há imensos métodos de contraceção regular por onde escolher.

 

Contraceção regular hormonal

Os métodos contracetivos hormonais são todos aqueles que inibem a ovulação através da libertação de hormonas na corrente sanguínea. Lembra-te que os contracetivos hormonais podem ter efeitos secundários associados como aumento ou perda de peso, dores de cabeça, vómitos, náuseas, alterações no ciclo menstrual, tensão mamária, entre outros.

 

ORAL

A contraceção hormonal oral, mais chamada de pílula contracetiva, é um dos métodos de contraceção regular mais usados. Este contracetivo é tomado diariamente. Há, essencialmente, dois tipos: a pílula combinada e a minipílula. A pílula combinada usa uma combinação de estrogénio e progestagénio e pode ser:

  • Monofásica (todos os comprimidos têm a mesma dosagem);
  • Bifásica (comprimidos com duas dosagens diferentes);
  • Trifásica (comprimidos com três dosagens que visam imitar o ciclo menstrual)

A pílula de progestagénio, ou minipílula, contém apenas progestagénio e é usada por mulheres que não podem tomar estrogénios.

Vantagens:

  • Pode regularizar os ciclos menstruais;
  • Melhora a tensão pré-menstrual e a dismenorreia;
  • Não afeta a fertilidade;
  • Diminui o risco de Doença Inflamatória Pélvica (DIP);
  • Diminui o risco de cancro do ovário e do endométrio e a incidência de quistos funcionais do ovário e a doença poliquística.

Desvantagens:

  • É necessária uma toma diária e regular dos comprimidos;
  • Não protege contra as Infeções Sexualmente Transmissíveis (IST).

 

Esqueceste-te de tomar a pílula? Vê o que fazer a seguir!

 

ADESIVO CUTÂNEO

O Adesivo cutâneo, adesivo transdérmico ou simplesmente adesivo, é também um método contracetivo regular hormonal que atua pela libertação de hormonas através da pele, sendo colado numa zona sem pelo (braço, nádega, coxa, etc).

Vantagens:

  • É de uso semanal, pelo que não tem que pensar todos os dias em contraceção, apenas tem que se lembrar de mudar uma vez por semana o adesivo;
  • É fácil de usar;
  • Normalmente torna as hemorragias regulares, mais curtas e menos dolorosas.

Desvantagens:

  • Não protege contra as Infeções Sexualmente Transmissíveis (IST).

 

ANEL VAGINAL

O Anel vaginal é um anel flexível, transparente e com cerca de 5 cm de diâmetro que se insere na vagina no primeiro dia do ciclo e se retira no 21º dia. Há uma semana de pausa, e tem que voltar a ser colocado no primeiro dia do ciclo seguinte.

Vantagens:

  • É de uso mensal, pelo que só tens de te lembrar de o pôr e de o tirar;
  • Não interfere com as relações sexuais – não precisas de tirar o anel;
  • Não precisas de retirar o anel para fazer o exame ginecológico.

Desvantagens:

  • Não protege contras as Infeções Sexualmente Transmissíveis (IST).

 

IMPLANTE CONTRACETIVO

O implante contracetivo ou implante hormonal contém apenas progestagénio e é um pequeno bastonete que é inserido no braço debaixo da pele. Este implante tem uma eficácia de três anos, ao fim dos quais deve ser substituído por um novo.

Vantagens:

  • Tem eficácia superior a 99% e durante 3 anos;
  • Não interfere com a relação sexual e não requer a toma diária;
  • Apto para quem não tolera estrogénio;
  • Não interfere com a amamentação.

Desvantagens:

  • Tem de ser colocado por um profissional de saúde;
  • Não protege contra as Infeções Sexualmente Transmissíveis (IST).

 

INJEÇÃO CONTRACETIVA

A injeção contracetiva é um método de contraceção regular que consiste numa injeção de hormonas, aplicada no músculo, e que tem uma eficácia de cerca de 94%, durante 1 a 3 meses.

Vantagens:

  • Utilização discreta e prática;
  • Pode melhorar a qualidade do aleitamento;
  • Reduz o risco de desenvolver Doença Inflamatória Pélvica, gravidez ectópica ou carcinoma do endométrio;
  • Reduz as perdas de sangue.

Desvantagens:

  • Pode provocar irregularidades no ciclo menstrual;
  • O retorno aos níveis normais de fertilidade é mais lento;
  • Não protege contra as Infeções Sexualmente Transmissíveis (IST).

 

 

 

Métodos de barreira

Os métodos de contraceção regular de barreira, atuam impedindo a passagem dos espermatozoides para o útero, criando uma barreira física para os mesmos.

 

PRESERVATIVO FEMININO (INTERNO)

O preservativo feminino ou interno é um método de barreira e, virtualmente, não tem desvantagens relacionadas com a sua utilização. Este método de contraceção regular insere-se na vagina até seis horas antes da relação sexual.

Vantagens:

  • Protege de Infeções Sexualmente Transmissíveis (IST).
  • A sua utilização depende da mulher;
  • Não necessita de qualquer tipo de supervisão médica;
  • Não tem qualquer efeito na fertilidade.

Desvantagens:

  • Utilização é pouco divulgada;
  • Pode ser difícil de encontrar e ser mais dispendioso do que o preservativo masculino;
  • Se não for usado corretamente pode sair do lugar.

 

Conhece cinco razões para usares o preservativo feminino.

 

PRESERVATIVO MASCULINO

O preservativo masculino dispensa apresentações. É o método de contraceção regular mais conhecido no mundo, e um dos mais usados.

Vantagens:

  • Protege de Infeções Sexualmente Transmissíveis (IST).
  • Não tem qualquer efeito na fertilidade;
  • Não necessita de qualquer tipo de supervisão médica;
  • É de grande eficácia (quando usado corretamente);
  • É de fácil aquisição e utilização

Desvantagens:

  • Tem de estar disponível no momento da relação sexual.
  • Atenção com o estado de conservação e prazo de validade
  • Deve ser corretamente colocado (antes do inicio) e corretamente retirado

 

E sabes que há mais de 60 tamanhos de preservativos?

 

CAPUZ CERVICAL

O capuz cervical é um dispositivo de borracha que se insere na vagina e bloqueia a passagem dos espermatozoides. O capuz cervical deve ser inserido pouco tempo antes da relação sexual e não deve ser mantido na vagina por mais de 48h. Deve ser usado em conjunto com espermicidas para aumentar a eficácia.

Vantagens:

  • Pode ser usado sempre que precisar e é fácil de transportar e ter sempre à mão;
  • Não é afetado pelo uso de medicação;
  • Pode ser usado durante a amamentação;

Desvantagens:

  • O seu uso pode requerer prática;
  • Requer consulta inicial com um profissional de saúde para verificar o tamanho adequado;
  • Há risco de Síndrome do Choque Tóxico (tal como acontece com os tampões);
  • Não protege contras as Infeções Sexualmente Transmissíveis (IST).

 

DIAFRAGMA

O diafragma é um anel flexível envolvido por uma borracha fina, que impede a entrada dos espermatozoides no útero. Para assegurar o funcionamento correto do diafragma, este deve ser colocado dentro da vagina cerca de 15 a 30 minutos antes da relação sexual, e retirado no máximo 12 horas após o ato sexual. O diafragma não deve permanecer mais de 24h na vagina para evitar o risco de infeções ou de sofreres de Síndrome do Choque Tóxico.

Vantagens:

  • Diminui o risco de DIP;
  • Ausência de efeitos sistémicos;
  • Não interfere com o ato sexual, podendo ser inserido até 24 horas antes.

Desvantagens:

  • Dificuldade na utilização;
  • O uso deve ser associado ao de um espermicida;
  • É necessária a ajuda de um profissional experiente para avaliar o qual o tamanho correto do diafragma;
  • Não protege contras as Infeções Sexualmente Transmissíveis (IST).

DIU/SIU

O DIU, ou Dispositivo Intrauterino, é um pequeno dispositivo constituído por hastes finas, que se introduz na cavidade uterina. Pode ter vários formatos (geralmente em forma de T) e alguns libertam hormonas (SIU, Sistema-Intra-Uterino).

Vantagens:

  • Tem uma longa duração (3 a 5 anos);
  • Requer apenas um procedimento a cada 3 a 5 anos.
  • O SIU reduz as perdas de sangue.

Desvantagens:

  • Não protege das Infeções Sexualmente Transmissíveis (IST);
  • A ação contracetiva do DIU de cobre pode ser afetada pela toma de anti-inflamatórios;
  • O DIU de cobre pode aumentar o fluxo e as dores menstruais.

 

Espermicida

Os espermicidas são substâncias (normalmente em formato de gel, espuma, creme ou comprimidos vaginais) que eliminam a mobilidade dos espermatozoides. Deve ser introduzido na vagina até uma hora antes da relação.

Vantagens:

  • A sua utilização é controlada pela mulher;
  • Não precisa de receita médica;
  • Pode ser usado junto com outros métodos de contraceção regular;
  • Aumenta a lubrificação vaginal.

Desvantagens:

  • Não protege das Infeções Sexualmente Transmissíveis (IST);
  • Usado sozinho é muito pouco eficaz, devendo ser usado em conjunto com um método de barreira, preferencialmente.

 

E quando algo corre mal com o método contracetivo regular tens a pílula do dia seguinte. Consulta o guia prático da contraceção de emergência!

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E para ti, qual é o teu método contracetivo preferido? Partilha!

Sinais de que ele não está assim tão interessado em ti

Tu fazes tudo por ele, e ele parece não perceber? Tu queres estar com ele a toda a hora, e ele parece só te encaixar nos momentos livres? Talvez ele não sinta por ti o mesmo que sentes por ele.

Talvez nunca te tenha acontecido, ou talvez sempre te tenha acontecido, mas às vezes não lemos bem os sinais, e pensamos que estamos na mesma página que aquele nosso interesse amoroso e, infelizmente, não é bem assim.
Se estás numa dessas situações, em que não sabes se ele gosta ou não de ti, lê a lista de sinais de que ele não está assim tão interessado em ti:

Só pode depois da meia-noite

O típico “agora não dá, mas mais logo…” pode ser indicador de algo mais. É verdade, ele pode ser muito ocupado e só estar livre bastante tarde, mas sempre? Se perceberes que ele faz isto por sistema, pode ser um sinal.

Não te apresenta aos amigos
Esta é clássica, mas difícil de identificar. Se ele não te apresenta aos amigos, depois de algum tempo ou, pior, te esconde dos amigos, então essa relação não vai acontecer. Seja qual for o motivo, o interesse dele em ti não é assim tão grande.

Não se interessa pelos teus dias
Não quero dizer que tenha de perguntar-te de dez em dez minutos como estás, mas é normal mostrar interesse pela vida de uma pessoa de quem se gosta, especialmente se se gosta romanticamente. Se ele parece não querer saber de nada do que se passa contigo, talvez não goste tanto de ti como tu gostarias.

Não está preparado
A par da “o problema não és tu, sou eu”, o “não estar preparado para uma relação contigo” é mais uma frase feita que é atirada frequentemente. Mas espera, ele pode efetivamente não estar preparado para uma relação! Pode até algum dia vir a estar, mas estás mesmo disposta a esperar que ele se resolva? Mais vale cada um seguir a sua vida.

Fala muito da ex-namorada
Pois… Falar da “ex” nem sempre é indicativo de um problema, mas falar dela repetidamente, seja bem ou mal, é um pouco estranho. Ele pode ter problemas não resolvidos com relações anteriores, ou até estar a tentar usar-te para ultrapassar esses problemas.

Fecha-se em copas
Ele não te conta nada. Não se abre, não desabafa contigo, ou não te quer contar as coisas que faz? Então desconfia. Pode ter algo a esconder, e se for o caso, é melhor não investires numa relação que pode vir a não resultar.

Faz-te esperar
Os vistos sem resposta no Whatsapp, as mensagens que só chegam no dia seguinte… Ou ele não quer saber, ou está a fazer-te esperar de propósito. Seja qual das opções for, não é boa. Uma é auto explanatória, a outra, bem, ele pode gostar mais do joguinho do que propriamente de ti.

Com isto não queremos que fiques triste ou deprimida por perceberes que, afinal, ele não está assim tão interessado em ti. Porque repara, se ele não te dá o valor que mereces, é porque não é o homem perfeito.

A partir daqui, a decisão é tua, mas o conselho é afastares-te para não te magoares. A não ser que tu também não estejas assim tão interessada.

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A química do sexo: o que acontece no teu cérebro

O sexo é bem mais complexo do que pensamos. Será que sabes quais os químicos que atuam no teu cérebro durante o sexo?

O sexo despoleta uma montanha russa de emoções, de tal forma que às vezes é confuso perceber o que se está a passar – tanto no teu corpo como no teu cérebro. Assim, é importante perceberes o que se passa biologicamente durante o sexo, e quais são os químicos responsáveis pelas diferentes sensações que tens. E, quem sabe, compreender o que se passa antes, durante e depois, pode ter o potencial de tornar o sexo ainda mais espetacular?

Química do sexo: o que acontece antes, durante e depois?

O centro de operações do sexo é, sem dúvida, o cérebro. É aqui que são produzidas a maioria das hormonas e substâncias químicas que atuam durante o sexo, e que te fazem sentir isto ou aquilo, desta ou daquela forma. Vamos a elas?

O ANTES: as hormonas e a excitação sexual
O desejo de fazer sexo é emocional, é certo, mas também é biológico. Aqui, os químicos responsáveis são as hormonas testosterona e estrogénio. Enquanto estas duas hormonas são tipicamente rotuladas de masculina e feminina, respetivamente, ambas têm um papel muito importante na mulher. A testosterona é responsável pelo aumento da líbido em homens e mulheres, mas o estrogénio – apesar de menos pronunciado – também. É por isto que algumas mulheres têm mais líbido durante a ovulação.

O DURANTE: um cocktail de químicos naturais
Durante o sexo, há um aumento do fluxo sanguíneo para certas partes do corpo – clítoris ou mamilos, por exemplo. Assim, o batimento cardíaco, a pressão arterial e a respiração vão aumentar. A dopamina e epinefrina (hormona da adrenalina) aumentam rapidamente durante o sexo, e além de um sentimento de prazer podes sentir os teus músculos a ficarem mais tensos. À medida que te aproximas do clímax, o orgasmo, o hipotálamo prepara-se para uma “explosão” de oxitocina e de dopamina. A oxitocina, chamada “hormona do amor” neutraliza o cortisol, a hormona do stress, por isso é que nos sentimos tão relaxadas quando estamos quase a atingir o orgasmo, e depois deste. No momento “O”, de clímax, há uma enorme libertação de serotonina na corrente sanguínea. Esta é frequentemente chamada a “molécula da felicidade”.

O DEPOIS: o antidepressivo natural
Depois do sexo, e especialmente depois de um orgasmo, o teu sistema está inundado de químicos que te fazem sentir bem e que, juntos, agem como um antidepressivo natural. A dopamina é responsável pela sensação de euforia, sensação de motivação e determinação, e combate à depressão. A oxitocina que está a borbulhar no teu sangue faz-te sentir mais positiva e com mais energia, dando uma sensação de bem-estar e de relaxamento. Mas atenção! A oxitocina é também responsável por um certo sentimento de apego – aquela vontade de fazer conchinha depois da relação sexual. E porque é que às vezes sentimos sono? A “culpa” é das hormonas progesterona e melatonina. Estas são produzidas para atenuar o desejo sexual e normalmente, em algumas mulheres nota-se mais que outras, causam uma sensação de sonolência.

E como é que podes tornar o sexo ainda melhor? Fazendo sexo seguro, claro!

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9 filmes eróticos para ver a dois

O cinema, a sétima arte, é uma das formas mais fortes de explorar o erotismo e a sensualidade. Vê uma lista de 9 filmes eróticos para se inspirarem… a dois!

Às vezes, com a correria dos dias e a falta de tempo para dedicar a uma relação, instala-se a rotina nos casais. Cada vez mais as responsabilidades e obrigações tornam as vidas amorosas complicadas, e a intimidade sofre.

Não te preocupes, se precisas de dar um “up” nessa relação e apimentar as coisas, ou apenas inspirar-te com o teu mais-que-tudo, há uma solução infalível: ver filmes eróticos… a dois.

Confere a lista de filmes eróticos que têm que ver juntos – e dos quais vão, de certeza, tirar moves bastante quentes.

Filmes eróticos para uma noite tórrida

Atenção: esta lista não é para quem se choca facilmente! É só para os mais atrevidos.

 

O Piano, 1993 (Jane Campion)

A história deste filme desenrola-se na Nova Zelândia, e a protagonista é Ada, uma mulher num casamento infeliz que descobre no seu aluno de piano o seu despertar sexual. É um filme dramático, mas que explora a sensualidade e sexualidade entre um casal, de uma forma muito sincera e com muito erotismo.

 

Lucía y el Sexo, 2001 (Julio Medem)

Este é um dos mais conhecidos filmes eróticos de sempre. Lucía, que se refugia numa ilha mediterrânica depois do fim de uma relação, explora a sua sexualidade com um escritor, que se envolve também com uma outra mulher. A protagonista procura uma aventura, e acaba por descobrir-se a si própria e ao seu prazer.

 

Eyes Wide Shut, 1999 (Stanley Kubrick)

Este não é só um filme erótico, é uma das obras de culto do fim do milénio, com o duo Tom Cruise e Nicole Kidman. Em Eyes Wide Shut, Bill descobre que a sua mulher Alice tem fantasias sexuais com um desconhecido e fica obcecado com isso, procurando a todo o custo uma aventura sexual para se “vingar”. O filme mostra a descoberta de todo um mundo de sedução que Bill não conhecia, e no qual talvez se tenha envolvido demais.

 

The Dreamers, 2004 (Bernardo Bertolucci)

Durante os motins dos estudantes franceses, em Maio de 1968, três cineastas que vivem juntos – dois irmãos, Guillaume e Danielle, e um estudante americano, Matthew – desenvolvem uma relação que nenhum dos três tinha experienciado antes. A sensualidade presente neste filme é intensa, e toda a narrativa está envolta num grande erotismo.

 

Love, 2015 (Gaspar Noé)

Provavelmente já ouviste falar da famosa cena de sexo em 3D que domina este filme. Se não, está na hora de veres! Gaspar Noé conseguiu reproduzir o estado de luto em que o protagonista, dividido entre o amor por duas mulheres, se encontra, e explora os sentimentos e sexualidade entre eles. É um filme erótico com forte carga emocional e sexual.

 

9 Songs, 2004 (Michael Winterbottom)

9 Canções retrata uma história de amor entre um casal que partilha a paixão por música ao vivo. Estas nove canções são a banda sonora de muitos momentos íntimos que se passam à volta de uma profunda reflexão pessoal. Ficam avisados, este filme não é para todos, já que gerou imensa controvérsia pelas suas cenas de sexo explícito e não simulado.

 

Romance, 1999 (Catherine Breillat)

Este filme faz refletir sobre a monogamia, as fantasias sexuais, a fidelidade e o erotismo, contando a história da protagonista que, apesar de amar o seu namorado, não se consegue rever numa relação monógama e tradicional.

 

Emmanuelle, 1974 (Just Jaeckin)

Este filme é um clássico dos filmes eróticos, com mais de 40 anos. Emmanuelle é uma mulher que viaja para Bangkok para se encontrar com o seu marido. Bangkok, no entanto, tem uma série de fantasias e experiências sexuais reservadas para Emmanuelle.

 

Um instante de amor, 2016 (Nicole Garcia)

Um instante de amor é um filme recente que se passa nos anos 50, e é protagonizado por Gabrielle, que se apaixona por um homem que não é o seu marido. Com os Alpes de fundo, este filme é um instante de amor proibido, de sensualidade e erotismo entre um casal apaixonado que planeia fugir.

 

E para assegurar que não há contratempos, nem inseguranças, mal-entendidos ou qualquer outro problema, só tens que certificar-te que tens: um bom filme, mente aberta e livre de preconceitos, à vontade com o teu parceiro e contraceção – sexo seguro é o melhor tipo de sexo.

Que melhor forma (e mais divertida) que explorar a sexualidade e acabar com a rotina do que uma sessão tórrida de cinema e filmes eróticos? É só deixar a sétima arte fazer a sua magia…

Entretanto, confere esta lista de livros com personagens femininas fortes que tens mesmo de ler!

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Tudo o que precisas saber sobre pontos erógenos

Pontos erógenos: o que são, onde estão e o que fazem? Descobre tudo sobre os principais pontos erógenos (teus e dele!) para uma vida sexual mais divertida!

De certeza que já ouviste muitas vezes as expressões “pontos erógenos” ou “zonas erógenas”. Mas será que existem? E se sim, o que são e onde estão?

Bom, em primeiro lugar, SIM, existem. Vamos à definição: Pontos ou zonas erógenas são áreas do corpo humano com grande sensibilidade ao toque e cuja estimulação pode produzir uma resposta sexual como relaxamento, produção de fantasias sexuais, excitação sexual ou orgasmo.

(Será que sabes o que significam os sonhos eróticos? Vais ficar surpreendida!)

E, onde estão, perguntavas tu? Lê abaixo e descobre!

Pontos erógenos teus e dele: o guia

A pele é o maior órgão do corpo humano e, a par do cérebro, é um dos órgãos mais responsáveis pela excitação sexual. Há dois tipos de pontos erógenos: os específicos, e os não específicos. Ou seja, os genitais – clitóris, vagina e entrada da vagina, nas mulheres; glande, prepúcio e escroto nos homens – e os não genitais.

 

A boca e os lábios

Beijar é bom, e é um preliminar muito frequente – isto não é à toa. Beijar estimula a produção de oxitocina, uma hormona ligada ao prazer, excitação sexual, bem-estar e orgasmo. E sabias que os lábios têm cem vezes mais terminações nervosas que os dedos?

 

A nuca e o pescoço

O pescoço e a base da nuca são áreas muito interessantes para despertar sensações associadas ao prazer. São consideradas muito sexy, tanto em homens como mulheres. E porquê? A pele no pescoço é mais fina, pelo que as sensações são mais intensas. A base da nuca é uma zona cheia de terminações nervosas, e a prova é que uma simples carícia pode provocar um arrepio de prazer.

 

Os mamilos

Toda a gente sabe que os mamilos são pontos erógenos na mulher, mas são frequentemente ignorados nos homens. Os mamilos e as auréolas são extremamente erógenos, e as sensações aqui são processadas na mesma área do cérebro que processa os estímulos sexuais genitais. E esta?

Entretanto, será que conheces os mitos sobre a masturbação? Confere!

 

A parte interna da coxa

Talvez porque a pele é mais sensível, ou dada a proximidade com os genitais, a estimulação suave da parte interna da coxa é muito excitante, para ambos os sexos. De facto, quando comparados homens e mulheres, mais homens apontam esta área como uma das áreas mais erógenas.

 

As virilhas e a púbis

Tal como as coxas, a estimulação das virilhas e linha da púbis tem uma grande componente de mistério associada. Talvez por estarem tão perto dos genitais ou por se tratar de zonas mais vulneráveis e sensíveis, a realidade é que são pontos (muito, muito, muito) erógenos. Experimenta!

 

As orelhas e os lóbulos

Já é facto conhecido que os lóbulos das orelhas são zonas consideradas erógenas, tanto em homens como mulheres, mas porquê? Uma das explicações é o grande fluxo de sangue, que os torna muito sensíveis. Seja pelo que for, estes pontos erógenos não devem ser esquecidos nunca.

 

Pontos inesperadamente erógenos

Além dos mais conhecidos, há dezenas de outros pontos erógenos por explorar. Um exemplo é o períneo: nos homens, esta pequena região entre a base do escroto e o ânus é um poderoso ponto erógeno – mas atenção, sempre com cuidado, porque é uma zona muito sensível!

E quem diria que a parte de trás dos joelhos poderia ser um ponto erógeno? Pois bem, pode mesmo! Tal como os pés: não é preciso ter um fetiche por pés para que estes sejam pontos erógenos – de facto, este tipo de fetiches normalmente envolve estar atraído por pés, e não necessariamente gostar que lhes toquem.

Também o ânus é um ponto erógeno muito poderoso, em homens e mulheres. Esta zona, com imensas terminações nervosas e grande fluxo sanguíneo, é extremamente sensível e a estimulação (cuidadosa) pode trazer muito prazer! Se não te sentes confortável, experimenta uma massagem nas nádegas, também uma área erógena.

Lembra-te que todos os corpos são diferentes, e todos apreciamos o sexo e a sexualidade de forma distinta. Explora, com o teu parceiro ou sozinha, o teu corpo para encontrares os teus pontos erógenos. E faz o mesmo com ele… aproveita e vê posições que não vais mesmo querer perder. Quem sabe é mesmo isto que a tua vida sexual está a precisar?

E tu, quais são os teus pontos erógenos? Partilha com aquela pessoa que precisa mesmo de saber isto, ou com quem queres que saiba… e desperta uma conversa que pode ter um resultado muuuuuito bom.

E não te esqueças de ler este artigo caso não estejas a conseguir atingir o orgasmo. Uma vida sexual saudável envolve, obviamente, atingir prazer sexual.

 

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O sistema reprodutor feminino ao longo dos anos

O sistema reprodutor feminino parece muito simples, certo? Na verdade, é um conjunto de órgãos com funções complexas, e nos quais a mudança é a única constante.

 

O sistema reprodutor feminino: as mudanças ao longo do tempo

O que é o sistema reprodutor feminino?

O sistema reprodutor feminino é o conjunto de órgãos envolvidos na reprodução. É constituído pelos dois ovários, trompas de Falópio, útero, vagina e vulva. Na vulva está o principal órgão responsável pelo prazer feminino, o clitóris, bem como a uretra, os grandes e os pequenos lábios, o hímen, as glândulas de Bartholin e a entrada da vagina.

Os ovários são os órgãos que produzem os gâmetas femininos, óvulos, e que os libertam para que se possa dar a fecundação. Nas trompas de Falópio é onde se dá a fecundação do óvulo pelo espermatozoide, que depois desce e se instala no útero. Os espermatozoides entram para o útero através da vagina. Estes órgãos são a genitália interior ou interna. A vulva é também chamada de genitália exterior e uma das suas funções é proteger a genitália interior. Este é também o papel do hímen: proteger os genitais internos de infeções.

 

Infância e pré-puberdade

Durante a infância, a produção de hormonas femininas está latente, ou seja, não se manifesta, e é geralmente nula ou muito baixa. Também durante a infância o hímen – essa membrana tão erroneamente associada à virgindade – é muito mais espesso e resistente, já que a sua função é proteger-nos de infeções genitais.

Puberdade e primeira menstruação

É com a chegada à puberdade que começam a acontecer várias mudanças no corpo, tanto externas como internas. A puberdade inicia-se, geralmente, com a menarca, a primeira menstruação. É nesta fase que a produção de hormonas femininas, estrogénio e progesterona, se inicia. O hímen fica mais fino e menos resistente, os órgãos internos do sistema reprodutor feminino (útero, ovários e folículos dos ovários) aumentam de tamanho, o pH da vagina torna-se mais ácido e a parede do útero fica mais espessa.

Na vulva também se observam alterações: as mais notórias são o aparecimento de pelos púbicos no monte de Vénus e nos grandes lábios, o aumento de tamanho e mudança na cor (escurecimento) dos pequenos lábios, e o aumento da irrigação sanguínea para o clitóris – que fica, portanto, mais proeminente.

A par destas, muitas outras mudanças acontecem na puberdade, como o alargamento das ancas, afinamento da cintura, crescimento das mamas, escurecimento da auréola do mamilo, etc. A idade em que começa a puberdade é muito variada, mas, regra geral, é entre os 11 e os 13 anos. A menarca ocorre também, em geral, entre os 12 e os 14 anos, mas há casos de meninas que menstruaram pela primeira vez aos 9 anos, e casos de quem tenha menstruado apenas aos 18.

Os primeiros dois anos a seguir à menarca são confusos para os nossos corpos. Os períodos podem ser muito irregulares e as mudanças hormonais – e consequentes mudanças fisiológicas – podem ser muito intensas.

Sabias que o hímen pode romper antes, durante ou mesmo depois de uma relação sexual? À medida que o hímen vai ficando mais fino e menos resistente, perto da puberdade, são frequentes casos de meninas que rompem o hímen a fazer ginástica. Por outro lado, o hímen pode não romper com relações sexuais e apenas aumentar o tamanho da abertura. Apesar de pouco comum, esta situação acontece.

 

Relações sexuais e gravidez

Também durante as relações sexuais e a gravidez o sistema reprodutor feminino, e os seus órgãos, passam por mudanças de tamanho ou cor, se bem que temporárias e reversíveis.

Durante as relações sexuais, a vulva em geral, mas especialmente os pequenos lábios e o clitóris, pode apresentar uma cor mais escura, ou até parecer ligeiramente maior ou mais inchada devida ao fluxo abundante de sangue – consequência da excitação sexual.

A vagina, por sua vez, expande um pouco em comprimento e em largura, e os músculos da entrada da vagina (introito) ficam mais relaxados. Também as glândulas de Bartholin produzem um líquido lubrificante, como resposta à excitação sexual, para ajudar o pénis a entrar na vagina.

Já na gravidez, as mudanças são muito mais visíveis. Uma das maiores, acontece no útero que, quando não em gravidez, mede poucos centímetros, e se expande muito – o suficiente para alojar um bebé – durante os nove meses de gestação. Mas também os ovários, trompas de Falópio e outros ligamentos do útero alargam.

À medida que a gravidez chega a termo, a vagina vai sofrendo alterações de cor e tamanho, para conseguir deixar passar o bebé que cresce no útero. A vulva pode, na gravidez, apresentar uma cor mais escura e até mesmo azulada.

 

Ciclo menstrual e menopausa

As mudanças pelas quais o sistema reprodutor feminino passa durante as várias fases do ciclo menstrual, e na menopausa, são hormonais, se bem que têm manifestações mais ou menos visíveis nos órgãos que o compõem.

Durante o ciclo menstrual – que tem uma duração de 26 a 30 dias – o sistema reprodutor feminino sofre algumas mudanças que são, também, temporárias. Estas mudanças incluem: alteração do pH da vagina (torna-se menos ácido), contrações do útero, nervos e ligamentos – as responsáveis pelas cólicas menstruais – espessamento do endométrio (parede interna do útero), e ainda algum engrossamento dos pequenos lábios.

A menopausa, por sua vez, provoca mudanças definitivas no sistema reprodutor feminino, que não são reversíveis. Caraterizada pela cessação da ovulação, diminuição da produção de hormonas femininas e impossibilidade de engravidar, esta transição não é imediata e dura geralmente alguns anos. A vulva sofre algumas mudanças, principalmente nos pequenos lábios, que ficam mais finos, nos grandes lábios, que perdem gordura, na entrada da vagina, que pode estreitar um pouco, e os pelos púbicos tendem a enfraquecer. A vagina perde lubrificação, e os ovários esgotam a sua reserva de folículos.

As mudanças que acontecem no nosso sistema reprodutor ao longo dos anos são incríveis, e cada uma destas mudanças e alterações faz parte de um sistema muito mais complexo e belissimamente desenhado: a anatomia feminina. Algumas podem ser assustadoras, outras entusiasmantes, mas todas fazem sentido.

Sabias que as mulheres na menopausa tendem a desfrutar mais do sexo? Ainda não se sabe muito bem porquê, mas atribui-se isto ao facto de que depois da menopausa é impossível engravidar. Assim, acredita-se que estas mulheres estão menos stressadas com gravidezes não desejadas e desfrutam e aproveitam mais as relações sexuais com os seus parceiros.

Para ti, que ainda não passaste pela menopausa, relaxa. Também podes desfrutar do sexo sem ansiedades e sem medos: conhece o guia de contraceção de A a P! E já que estás aí, lê também o guia prático da contraceção de emergência.

 

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Mitos sobre a masturbação

Há todo um mundo de ideias erradas, preconceitos e mitos sobre a masturbação. Está na hora de falarmos deles, sem tabus.

 

Já conhecias estes mitos sobre masturbação?

A masturbação é um tema tabu, envolto em todo o tipo de mitos, ideias erradas e preconceitos. Hoje trazemos-te 10 mitos sobre masturbação, e desmistificamo-los para ti! ‘Bora?

 

 

Mito #1: A masturbação faz nascer pelos nas palmas das mãos.

Este mito é antigo e mais popular entre homens. Servia para assustar as crianças e adolescentes. Lembra-te que estávamos numa época bastante religiosa, e na qual não se sabia muito sobre sexualidade.

 

 

Mito #2: A masturbação causa problemas de visão ou cegueira.

Esta ideia completamente errada já não é tão comum nas gerações mais novas, mas é possível que ainda haja muito quem acredite nisto. Relaxa. Não vais ficar cega. Este mito surgiu numa época em que se achava que o prazer sexual só podia ser uma consequência do sexo, cuja função era apenas a de procriação.

 

 

Mito #3: Só os pervertidos se masturbam.

Este preconceito, infelizmente, ainda está bem presente nos dias de hoje, mas não podia ser mais errado. É tão errado que não se pode sequer reduzir a “só os humanos se masturbam”, já que vários animais também exploram o seu prazer.

Lembra-te que a sexualidade sempre foi um tabu. Apesar de hoje ser menos, ainda existe muito medo e vergonha de falar abertamente sobre o tema. Toda a gente se masturba, porque é natural e saudável.

 

 

Mito #4: Só os homens se masturbam.

Uuui, então este…! Nada disso! É muito comum as mulheres, de todas as idades, não admitirem que se masturbam – e isso está muito bem, porque ninguém é obrigado a contar nada sobre a sua sexualidade -, mas pelas razões erradas. Neste caso, por acharem que só os homens sentem vontade de se masturbar.

Há, possivelmente, mulheres que não se masturbam, por diversas razões, mas a grande maioria fá-lo. E porquê? Porque é N-A-T-U-R-A-L. É bom, faz bem, ajuda-nos a conhecermos os nossos corpos.

 

 

Mito #5: Quando estás numa relação não te podes masturbar.

Este mito é transversal a todos os sexos, e pode ser perigoso! Estar numa relação não significa, de todo, que não podes, ou não deves masturbar-te. De facto, a masturbação é algo que te ajuda a conheceres o teu corpo, onde preferes ser tocada e que áreas são mais erógenas.

Pensa que, se tu não te conheceres, como é que alguém pode dar-te prazer? Se o teu parceiro fica chateado ou magoado, está na hora de falarem muito a sério, porque os receios dele são infundados. Se és tu quem não entende, está na hora de mudares a tua atitude. O facto de o teu namorado se masturbar, mesmo estando numa relação contigo, não implica que esteja insatisfeito com a vossa vida sexual.

 

 

Mito #6: A masturbação causa problemas mentais.

Outro mito antigo é o de que a masturbação causa problemas mentais, psicológicos ou até parafilias. Completamente errado. A única ponta de verdade aqui é que a masturbação, muito infelizmente, causa uma coisa: culpa. Culpa esta que é o resultado de muitos anos a ouvir que a masturbação é errada, que não é “decente”, que é pecado, que não é natural… Chega disso!

 

 

Mito #7: A masturbação provoca infertilidade.

A masturbação não só NÃO provoca infertilidade, como NÃO provoca impotência mais tarde. A masturbação não vai prejudicar-te ou fazer-te mal à saúde e à mente.

Não está provada uma relação entre infertilidade e masturbação, esta ideia é apenas um preconceito baseado em ignorância, medo e culpabilização. Portanto, não: não corres o risco de ficar infértil por te masturbares.

 

 

Mito #8: A masturbação faz mal à saúde.

De facto, vamos deixar médicos falar. A masturbação pode aliviar sintomas de depressão e provocar uma sensação geral de bem-estar, com aumento de autoestima e redução do stress, podendo mesmo ajudar com as insónias.

Mais: um estudo australiano de 2003 relacionou a masturbação com a diminuição da probabilidade do cancro de próstata, e esta? Para nós, mulheres, ainda há uma melhor notícia! Sabes aquelas dores do período, TPM e outras? Sim, a masturbação pode ajudar a aliviar dores!

 

 

Mito #9: Se te masturbares não terás prazer durante o sexo.

Mentira! Vários profissionais de saúde e sexólogos mantêm que masturbação regular pode ajudar a atingir o orgasmo durante as relações sexuais. Como? A masturbação dá-te a conhecer o corpo, e ajuda o teu corpo a saber responder a estímulos sexuais.

No entanto, cuidado! Quando a masturbação depende excessivamente de outros fatores, como ver pornografia, pode ter um efeito adverso, já que é difícil replicar essas situações durante as relações com o teu parceiro.

 

 

Mito #10: A masturbação causa Infeções Sexualmente Transmissíveis

De facto, a masturbação é uma atividade sexual que é completamente livre de riscos de doenças sexualmente transmissíveis. No entanto, masturbação a dois tem um pequeno risco associado. Por isso proteção, sempre!

 

 

Em suma, explora o teu corpo, não dês ouvidos a mitos infundados e obsoletos, e diverte-te!

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