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O sistema reprodutor feminino ao longo dos anos

O sistema reprodutor feminino parece muito simples, certo? Na verdade, é um conjunto de órgãos com funções complexas, e nos quais a mudança é a única constante.

 

O sistema reprodutor feminino: as mudanças ao longo do tempo

O que é o sistema reprodutor feminino?

O sistema reprodutor feminino é o conjunto de órgãos envolvidos na reprodução. É constituído pelos dois ovários, trompas de Falópio, útero, vagina e vulva. Na vulva está o principal órgão responsável pelo prazer feminino, o clitóris, bem como a uretra, os grandes e os pequenos lábios, o hímen, as glândulas de Bartholin e a entrada da vagina.

Os ovários são os órgãos que produzem os gâmetas femininos, óvulos, e que os libertam para que se possa dar a fecundação. Nas trompas de Falópio é onde se dá a fecundação do óvulo pelo espermatozoide, que depois desce e se instala no útero. Os espermatozoides entram para o útero através da vagina. Estes órgãos são a genitália interior ou interna. A vulva é também chamada de genitália exterior e uma das suas funções é proteger a genitália interior. Este é também o papel do hímen: proteger os genitais internos de infeções.

 

Infância e pré-puberdade

Durante a infância, a produção de hormonas femininas está latente, ou seja, não se manifesta, e é geralmente nula ou muito baixa. Também durante a infância o hímen – essa membrana tão erroneamente associada à virgindade – é muito mais espesso e resistente, já que a sua função é proteger-nos de infeções genitais.

Puberdade e primeira menstruação

É com a chegada à puberdade que começam a acontecer várias mudanças no corpo, tanto externas como internas. A puberdade inicia-se, geralmente, com a menarca, a primeira menstruação. É nesta fase que a produção de hormonas femininas, estrogénio e progesterona, se inicia. O hímen fica mais fino e menos resistente, os órgãos internos do sistema reprodutor feminino (útero, ovários e folículos dos ovários) aumentam de tamanho, o pH da vagina torna-se mais ácido e a parede do útero fica mais espessa.

Na vulva também se observam alterações: as mais notórias são o aparecimento de pelos púbicos no monte de Vénus e nos grandes lábios, o aumento de tamanho e mudança na cor (escurecimento) dos pequenos lábios, e o aumento da irrigação sanguínea para o clitóris – que fica, portanto, mais proeminente.

A par destas, muitas outras mudanças acontecem na puberdade, como o alargamento das ancas, afinamento da cintura, crescimento das mamas, escurecimento da auréola do mamilo, etc. A idade em que começa a puberdade é muito variada, mas, regra geral, é entre os 11 e os 13 anos. A menarca ocorre também, em geral, entre os 12 e os 14 anos, mas há casos de meninas que menstruaram pela primeira vez aos 9 anos, e casos de quem tenha menstruado apenas aos 18.

Os primeiros dois anos a seguir à menarca são confusos para os nossos corpos. Os períodos podem ser muito irregulares e as mudanças hormonais – e consequentes mudanças fisiológicas – podem ser muito intensas.

Sabias que o hímen pode romper antes, durante ou mesmo depois de uma relação sexual? À medida que o hímen vai ficando mais fino e menos resistente, perto da puberdade, são frequentes casos de meninas que rompem o hímen a fazer ginástica. Por outro lado, o hímen pode não romper com relações sexuais e apenas aumentar o tamanho da abertura. Apesar de pouco comum, esta situação acontece.

 

Relações sexuais e gravidez

Também durante as relações sexuais e a gravidez o sistema reprodutor feminino, e os seus órgãos, passam por mudanças de tamanho ou cor, se bem que temporárias e reversíveis.

Durante as relações sexuais, a vulva em geral, mas especialmente os pequenos lábios e o clitóris, pode apresentar uma cor mais escura, ou até parecer ligeiramente maior ou mais inchada devida ao fluxo abundante de sangue – consequência da excitação sexual.

A vagina, por sua vez, expande um pouco em comprimento e em largura, e os músculos da entrada da vagina (introito) ficam mais relaxados. Também as glândulas de Bartholin produzem um líquido lubrificante, como resposta à excitação sexual, para ajudar o pénis a entrar na vagina.

Já na gravidez, as mudanças são muito mais visíveis. Uma das maiores, acontece no útero que, quando não em gravidez, mede poucos centímetros, e se expande muito – o suficiente para alojar um bebé – durante os nove meses de gestação. Mas também os ovários, trompas de Falópio e outros ligamentos do útero alargam.

À medida que a gravidez chega a termo, a vagina vai sofrendo alterações de cor e tamanho, para conseguir deixar passar o bebé que cresce no útero. A vulva pode, na gravidez, apresentar uma cor mais escura e até mesmo azulada.

 

Ciclo menstrual e menopausa

As mudanças pelas quais o sistema reprodutor feminino passa durante as várias fases do ciclo menstrual, e na menopausa, são hormonais, se bem que têm manifestações mais ou menos visíveis nos órgãos que o compõem.

Durante o ciclo menstrual – que tem uma duração de 26 a 30 dias – o sistema reprodutor feminino sofre algumas mudanças que são, também, temporárias. Estas mudanças incluem: alteração do pH da vagina (torna-se menos ácido), contrações do útero, nervos e ligamentos – as responsáveis pelas cólicas menstruais – espessamento do endométrio (parede interna do útero), e ainda algum engrossamento dos pequenos lábios.

A menopausa, por sua vez, provoca mudanças definitivas no sistema reprodutor feminino, que não são reversíveis. Caraterizada pela cessação da ovulação, diminuição da produção de hormonas femininas e impossibilidade de engravidar, esta transição não é imediata e dura geralmente alguns anos. A vulva sofre algumas mudanças, principalmente nos pequenos lábios, que ficam mais finos, nos grandes lábios, que perdem gordura, na entrada da vagina, que pode estreitar um pouco, e os pelos púbicos tendem a enfraquecer. A vagina perde lubrificação, e os ovários esgotam a sua reserva de folículos.

As mudanças que acontecem no nosso sistema reprodutor ao longo dos anos são incríveis, e cada uma destas mudanças e alterações faz parte de um sistema muito mais complexo e belissimamente desenhado: a anatomia feminina. Algumas podem ser assustadoras, outras entusiasmantes, mas todas fazem sentido.

Sabias que as mulheres na menopausa tendem a desfrutar mais do sexo? Ainda não se sabe muito bem porquê, mas atribui-se isto ao facto de que depois da menopausa é impossível engravidar. Assim, acredita-se que estas mulheres estão menos stressadas com gravidezes não desejadas e desfrutam e aproveitam mais as relações sexuais com os seus parceiros.

Para ti, que ainda não passaste pela menopausa, relaxa. Também podes desfrutar do sexo sem ansiedades e sem medos: conhece o guia de contraceção de A a P! E já que estás aí, lê também o guia prático da contraceção de emergência.

 

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Mitos sobre a masturbação

Há todo um mundo de ideias erradas, preconceitos e mitos sobre a masturbação. Está na hora de falarmos deles, sem tabus.

 

Já conhecias estes mitos sobre masturbação?

A masturbação é um tema tabu, envolto em todo o tipo de mitos, ideias erradas e preconceitos. Hoje trazemos-te 10 mitos sobre masturbação, e desmistificamo-los para ti! ‘Bora?

 

 

Mito #1: A masturbação faz nascer pelos nas palmas das mãos.

Este mito é antigo e mais popular entre homens. Servia para assustar as crianças e adolescentes. Lembra-te que estávamos numa época bastante religiosa, e na qual não se sabia muito sobre sexualidade.

 

 

Mito #2: A masturbação causa problemas de visão ou cegueira.

Esta ideia completamente errada já não é tão comum nas gerações mais novas, mas é possível que ainda haja muito quem acredite nisto. Relaxa. Não vais ficar cega. Este mito surgiu numa época em que se achava que o prazer sexual só podia ser uma consequência do sexo, cuja função era apenas a de procriação.

 

 

Mito #3: Só os pervertidos se masturbam.

Este preconceito, infelizmente, ainda está bem presente nos dias de hoje, mas não podia ser mais errado. É tão errado que não se pode sequer reduzir a “só os humanos se masturbam”, já que vários animais também exploram o seu prazer.

Lembra-te que a sexualidade sempre foi um tabu. Apesar de hoje ser menos, ainda existe muito medo e vergonha de falar abertamente sobre o tema. Toda a gente se masturba, porque é natural e saudável.

 

 

Mito #4: Só os homens se masturbam.

Uuui, então este…! Nada disso! É muito comum as mulheres, de todas as idades, não admitirem que se masturbam – e isso está muito bem, porque ninguém é obrigado a contar nada sobre a sua sexualidade -, mas pelas razões erradas. Neste caso, por acharem que só os homens sentem vontade de se masturbar.

Há, possivelmente, mulheres que não se masturbam, por diversas razões, mas a grande maioria fá-lo. E porquê? Porque é N-A-T-U-R-A-L. É bom, faz bem, ajuda-nos a conhecermos os nossos corpos.

 

 

Mito #5: Quando estás numa relação não te podes masturbar.

Este mito é transversal a todos os sexos, e pode ser perigoso! Estar numa relação não significa, de todo, que não podes, ou não deves masturbar-te. De facto, a masturbação é algo que te ajuda a conheceres o teu corpo, onde preferes ser tocada e que áreas são mais erógenas.

Pensa que, se tu não te conheceres, como é que alguém pode dar-te prazer? Se o teu parceiro fica chateado ou magoado, está na hora de falarem muito a sério, porque os receios dele são infundados. Se és tu quem não entende, está na hora de mudares a tua atitude. O facto de o teu namorado se masturbar, mesmo estando numa relação contigo, não implica que esteja insatisfeito com a vossa vida sexual.

 

 

Mito #6: A masturbação causa problemas mentais.

Outro mito antigo é o de que a masturbação causa problemas mentais, psicológicos ou até parafilias. Completamente errado. A única ponta de verdade aqui é que a masturbação, muito infelizmente, causa uma coisa: culpa. Culpa esta que é o resultado de muitos anos a ouvir que a masturbação é errada, que não é “decente”, que é pecado, que não é natural… Chega disso!

 

 

Mito #7: A masturbação provoca infertilidade.

A masturbação não só NÃO provoca infertilidade, como NÃO provoca impotência mais tarde. A masturbação não vai prejudicar-te ou fazer-te mal à saúde e à mente.

Não está provada uma relação entre infertilidade e masturbação, esta ideia é apenas um preconceito baseado em ignorância, medo e culpabilização. Portanto, não: não corres o risco de ficar infértil por te masturbares.

 

 

Mito #8: A masturbação faz mal à saúde.

De facto, vamos deixar médicos falar. A masturbação pode aliviar sintomas de depressão e provocar uma sensação geral de bem-estar, com aumento de autoestima e redução do stress, podendo mesmo ajudar com as insónias.

Mais: um estudo australiano de 2003 relacionou a masturbação com a diminuição da probabilidade do cancro de próstata, e esta? Para nós, mulheres, ainda há uma melhor notícia! Sabes aquelas dores do período, TPM e outras? Sim, a masturbação pode ajudar a aliviar dores!

 

 

Mito #9: Se te masturbares não terás prazer durante o sexo.

Mentira! Vários profissionais de saúde e sexólogos mantêm que masturbação regular pode ajudar a atingir o orgasmo durante as relações sexuais. Como? A masturbação dá-te a conhecer o corpo, e ajuda o teu corpo a saber responder a estímulos sexuais.

No entanto, cuidado! Quando a masturbação depende excessivamente de outros fatores, como ver pornografia, pode ter um efeito adverso, já que é difícil replicar essas situações durante as relações com o teu parceiro.

 

 

Mito #10: A masturbação causa Infeções Sexualmente Transmissíveis

De facto, a masturbação é uma atividade sexual que é completamente livre de riscos de doenças sexualmente transmissíveis. No entanto, masturbação a dois tem um pequeno risco associado. Por isso proteção, sempre!

 

 

Em suma, explora o teu corpo, não dês ouvidos a mitos infundados e obsoletos, e diverte-te!

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Alimentos afrodisíacos para um Halloween picante

O Halloween chegou! Este ano, para além do disfarce arrojado, que tal preparares um menu especial para uma noite assustadoramente… picante!

 

O Halloween é a noite perfeita. Perfeita para te transformares na super-heroína que sempre sonhaste, na assombração que não te deixava dormir em pequena, na vampira implacável e sexy ou na Santa Muerte que vem roubar corações… Só que este ano tens namorado (ou um amigo especial)… Não desesperes, esta noite também é perfeita para vocês!

 

Descobre os alimentos afrodisíacos que selecionámos para ti – aliás, para os dois!

 

Menu afrodisíaco Halloweenesco

Um jantar picante vai muito além da utilização da simples malagueta. Como?

 

Ostras

Sempre se disse que as ostras eram alimentos afrodisíacos mas agora há a confirmação. Uma equipa de investigadores americanos, descobriu que o elevado teor de zinco presente nas ostras pode aumentar a líbido e que, outros dois outros aminoácidos, aumentam os níveis de testosterona em ambos os sexos. Yum!

 

 

Vinho Tinto

Não, não é invenção. O vinho tinto é mesmo um afrodisíaco. Um estudo publicado no The Journal of Sexual Medicine, revelou que, mulheres que bebem um copo de vinho tinto, mostram maiores níveis de desejo sexual e lubrificação vaginal do que mulheres que beberam outra bebida alcoólica. Os cientistas acham que os culpados são os polifenóis mas, mesmo sem certezas, o que importa é que funciona!

 

 

Abóbora, baunilha e alcaçuz

Nem de propósito, já que estamos na época (e dia) das abóboras. Um outro estudo, este de uma equipa em Chicago, concluiu que há certos cheiros como o da abóbora, baunilha e alcaçuz, que são poderosos afrodisíacos. Enquanto a abóbora tem mais efeito nos homens, o alcaçuz funciona melhor nas mulheres. E a baunilha? É ótima para o casal!

 

 

Chocolate

Este é um alimento afrodisíaco clássico, que nunca perde força.

O cacau é o 2 em 1: tem triptofano – um dos constituintes da serotonina que está envolvida na excitação sexual – e feniletilamina – um estimulante libertado no nosso organismo quando nos apaixonamos. Sim, e também é delicioso!

 

 

Figos

Há quem ache que o figo nasceu no Jardim do Éden e que foi este o fruto proibido.

O figo, tal como a banana, é rico em potássio e faz aumentar os níveis de testosterona nos homens. Ótimo, saboroso e… Bem, útil!

 

 

Trufas

Se queres dar um toque de requinte ao teu Halloween, as trufas são a escolha ideal.

São consideradas alimentos afrodisíacos desde a época dos Gregos Antigos.

Não se sabe o que as torna tão poderosas e amigas do amor mas pensa-se que pode ter alguma coisa a ver com serem tão raras e especiais. Talvez valha a pena experimentar…

 

 

Doces … sem sustos!

Não te esqueças da magia do Halloween!

O jantar é importante mas tu e ele são muito mais. Deem asas à vossa imaginação e sejam assustadoramente sexy mas lembrem-se, na cama não há espaço para sustos: protejam-se sempre!

 

 

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O que significam os sonhos eróticos?

Por vezes, acordas com o coração aos saltos, confusa e envergonhada porque tiveste um sonho erótico? Nada mais natural! Descobre o significado desses sonhos que te ocupam as noites.

Ter sonhos eróticos é perfeitamente normal e saudável, mas o que podem significar estes sonhos?

Deixa os tabus de parte e descobre o que significa aquele sonho em particular.

 

Descodificando os sonhos eróticos

Há sonhos eróticos que são melhores do que umas mini férias mas há outros que são um verdadeiro tormento e que te fazem sentir culpada, triste e até enojada. Acredita, todos eles são normais!

 

 

Em alguns casos, um sonho erótico pode significar que tens tensão sexual acumulada e que precisas de a libertar, noutros que tens um desejo sexual reprimido. Pode ainda ter significados mais profundos como falta de amor ou compreensão na vida amorosa, baixa autoestima e carência afetiva.

Lê os significados dos sonhos eróticos e descodifica aquilo que a tua mente te tenta dizer. Vais ficar surpreendida!

 

Com o ex

Este sonho é o terror de qualquer uma mas, na verdade, é mais comum do que se pensa e não significa, necessariamente, que queres voltar para ele. Normalmente, um sonho erótico com o ex é apenas o teu cérebro a reutilizar uma cara conhecida. Por outro lado, se tiveres um novo namorado ou parceiro, pode significar que queres que o teu atual sinta desejo por ti. Super normal.

 

Com um famoso ou celebridade

Tens uma noite tórrida com aquele ator e, quando acordas de manhã, percebes que foi só um sonho – é uma desilusão, mas também é muito comum. Existem duas explicações possíveis: fisicamente, sentes-te atraída por ele ou admiras as suas qualidades. Afinal, pode ser um sonho mais ingénuo do que pensavas.

 

Com um desconhecido

Um sonho erótico com um estranho pode ser um pouco confuso e deixar-te a pensar “o que é que se passa comigo?” mas, no fundo, é algo bom. Pode significar que passaste, recentemente, por mudanças drásticas que obrigaram ao nascimento de um “novo eu” ou que estás mais aberta à mudança e a novas oportunidades.

 

Com traição

Quando sonhas que trais o teu namorado ou companheiro, os sentimentos que se seguem são tudo menos bons – culpa, nervosismo, etc.

Os psicólogos dizem para relaxares e para não esmiuçares demasiado esses sonhos. É normal fantasiar. No entanto, se estão a passar por um período difícil ou se os sonhos são recorrentes, talvez seja altura de pensares no que pode ser feito para melhorar a relação ou até o sexo.

No caso de sonhares que és tu a traída, esse sonho (um pouco perturbador!) pode indicar que a tua autoestima está em baixo ou que não sentes que estás a receber atenção da parte dele. Pode ser um bom momento para falarem e encontrarem uma forma de fortalecer a confiança entre os dois.

 

Com um amigo próximo

Já alguma vez tiveste um sonho erótico com um amigo próximo, tão sórdido que nem conseguias olhar para ele depois? Acontece e é, perfeitamente, normal (ainda que o teu amigo seja giriíssimo e tenhas uma ligeira atração sexual por ele).

Normalmente, os sonhos eróticos com amigos significam que admiras essa pessoa ou que vês nele uma característica que gostavas de ter em ti. Não desesperes, mas também não vás a correr contar-lhe – digamos que pode ser um pouco… estranho!

 

Com um familiar

Este é provavelmente o pior sonho erótico de todos. Aquele que causa nojo, ansiedade, revolta. À semelhança dos sonhos eróticos com amigos, os sonhos sexuais com familiares também indicam admiração e carinho. Não tens nada com que te envergonhar!

 

Com coisas novas

Sonhar com algo que nunca fizeste – sexo com estranhos, com uma mulher, uma orgia, em posições diferentes – pode ser uma forma de o teu subconsciente expressar os teus desejos mais íntimos. Pode, também, querer dizer que sentes que as tuas necessidades sexuais não estão a ser satisfeitas.

 

 

Com voyeurismo

Os sonhos eróticos voyeuristas podem fazer-te a sentir um pouco depravada, mas o seu significado é mais complexo que isso. Na verdade, podes estar a sentir-te insegura acerca da tua própria sexualidade e o teu subconsciente leva-te a experimentá-la através dos outros. Por outro lado, pode sugerir carência emocional.

 

Com sexo desprotegido

Se ter relações sexuais desprotegidas é algo com que te preocupas, constantemente, e isso acaba por se transformar num sonho, é sinal de que o tema constitui um problema para ti.

É normal ter medo mas, felizmente, existem várias soluções de contraceção. Só tens de descobrir a mais adequada a ti.

 

Os sonhos são uma forma de expressão da mente, um lugar completamente livre de preconceitos e julgamentos. Por isso, sem obcecar, tenta perceber o que podem significar e se há algo que podes mudar ou melhorar na tua vida. E, claro, podem, também, constituir grandes fontes de inspiração para aventuras com ele… põe-nas em prática!

 

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Estaremos a dar demasiada importância ao sexo?

O sexo e a sexualidade são aspetos muito importantes numa relação mas será que são o mais importante?

 

Sexo é bom. Aliás, sexo é ótimo e, numa relação, é saudável e necessário. Disso não há dúvida. Mas será que é o mais importante? Será que estamos a dar demasiada importância ao sexo dentro das nossas vidas, relações, conversas ou saídas com amigas?

 

10 sinais de que podes estar a dar demasiada importância ao sexo

Pergunta-te a ti mesma:

  1. Já continuaste numa relação tóxica ou abusiva porque o sexo era bom?
  2. Começaste uma relação casual com alguém completamente errado para ti, por causa do sexo?
  3. A tua motivação para sair com amigas é apenas a de levar alguém para casa?
  4. … e ficas deprimida quando não consegues?
  5. Só te entendes com o teu namorado na cama?
  6. Não consegues ter um orgasmo sem ser com um fetiche específico?
  7. Não consegues parar de pensar e falar de sexo?
  8. Achas que ter muitos parceiros é uma forma de validação pessoal?
  9. Já foste acusada de usares pessoas pelo corpo?
  10. Sentes que o sexo ou a falta dele está a influenciar todas as tuas ações e atitudes?

Se respondeste “sim” a algumas (ou quase todas) estas perguntas, podes estar um bocado obcecada e a dar demasiada importância ao sexo. Mas, calma!

Podem existir várias causas, tal como as consequências também podem ser variadas. Vamos por partes!

 

Quanto é “demasiado”?

A verdade é que é difícil quantificar a noção de “demasiado”, até porque o sexo é algo perfeitamente natural – é a base da nossa existência!

A questão é se outras coisas como a confiança, a autoestima, o amor e a paixão, estão a ser passadas para segundo plano.

É um facto que a sociedade e os media são extremamente sexualizados, desde os manequins das lojas, aos anúncios dos detergentes para roupa e isso não ajuda a “desligar”.

Frequentemente, o corpo feminino é hipersexualizado, o que leva a alguns casos de assédio e discriminação. Se muitas vezes, as mulheres são levadas a pensar que se não forem “sexy”, não têm valor, outras, são condenadas por gostar de sexo e explorar a sua sexualidade.

 

O problema pode até nem ser tanto a quantidade mas sim a forma como fazemos, pensamos e falamos em sexo.

Existe o mito de que os homens estão sempre preparados e com vontade de ter relações sexuais. Que devem ser dominantes, enquanto as mulheres devem ser reservadas e contidas. É importante percebermos que estas visões tóxicas sobre a sexualidade só nos magoam.

Uma relação saudável – para ambos os intervenientes – é como uma receita: tem de ter uma determinada quantidade de vários ingredientes e cada um deles é, sim, importante, mas não mais do que o anterior. É essencial haver confiança mútua numa relação, bem como amor, amizade e paixão. Não podemos descurar a comunicação, a compreensão, o respeito ou a nossa autoestima. O sexo e a intimidade são, claro, dois ingredientes essenciais, mas não os únicos.

O vício do sexo

Apesar de este não ser o tema, é sempre bom salientar que, de facto, o vício do sexo é real. E não, não és viciada em sexo só porque podes estar a dar-lhe demasiada importância.

Esta compulsão sexual é algo que afeta, grandemente, quem a vive. Se sentes que o teu apetite sexual é excessivo e que está a fazer-te negligenciar a tua saúde, o teu trabalho, as tuas responsabilidades ou que te causa sofrimento, por favor, procura ajuda médica – na página da Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica tens uma lista de hospitais e clínicas com consultas públicas e privadas. Informa-te!

 

Sexo, contraceção e sexo seguro

Será que é possível ficar obcecado por sexo através do medo de engravidar ou contrair uma infeção sexualmente transmissível? Sim, é.

Apesar de hoje em dia a informação ser muita e, no caso de Portugal, o acesso a contracetivos e proteção ser muito fácil, ainda há quem não esteja completamente informado.

Se é o teu caso, consulta o guia prático da contraceção de emergência ellaOne® e vive a tua sexualidade, em pleno.

 

O que é que achas deste tópico? Estaremos a dar demasiada importância ao sexo? Partilha a tua opinião connosco.

 

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Orgasmo. Porque não consigo alcançá-lo?

Sabias que entre 10 a 20% das mulheres nunca teve um orgasmo e cerca de 2/3 tem dificuldade em atingi-lo, durante as relações sexuais? Sabe porquê, neste artigo.

Para ti que és mulher, um orgasmo nem sempre é algo fácil de atingir. Quase todos os homens conseguem ter um orgasmo com facilidade mas nós, mulheres, não funcionamos da mesma forma. No entanto, mesmo nos dias que correm, nem toda a gente sabe disto.

Segundo um estudo de uma conhecida marca de preservativos, cerca de dois terços das mulheres não atinge o orgasmo durante o sexo, apenas com a masturbação.

Por outro lado, um outro estudo sobre a qualidade e a frequência dos orgasmos femininos, baseado em dados obtidos em 20 países, revelou que Portugal é um dos países onde as mulheres têm menos orgasmos.

Porquê? O que leva a que tantas mulheres não consigam atingir o clímax? Bem, em primeiro lugar, existe uma conceção errada de que um orgasmo é apenas o culminar de uma relação sexual com coito, o que acaba por criar demasiada pressão. Mas uma questão tão complexa tem, também, muitas e variadas respostas.

 

Orgasmo e anorgasmia

Anorgasmia é a inibição recorrente ou persistente do orgasmo, manifestada pela sua ausência ou retardo, após uma fase de excitação sexual.

A anorgasmia pode ser:

Primária – se nunca tiveste um orgasmo.

Secundária – se, depois de teres experimentado o orgasmo, deixaste de os ter de forma sistemática.

Situacional – se é resultado de uma situação específica como, por exemplo, um determinado parceiro.

Absoluta se não consegues atingir o orgasmo, independentemente do tipo ou da qualidade do estímulo.

 

As situações em que é impossível ter um orgasmo são muito raras e, na maioria das vezes, é algo que tem tratamento. O segredo do tratamento é a colaboração mas o primeiro passo é a mudança de atitude. Chega de achar que um homem tem necessidades diferentes, das mentiras na cama e de te pores sempre em segundo plano!

Descobre algumas dicas para te ajudar a compreender porque não consegues atingir o orgasmo.

 

Conheces o teu corpo (muito bem)?

A primeira regra para uma sexualidade saudável é conhecer o próprio corpo. Nunca vais poder ter prazer durante o sexo se não souberes do que gostas!

A masturbação é a tua melhor amiga: só assim podes conhecer as tuas zonas erógenas, as tuas zonas “não” e os teus ritmos e timings. É impossível que te dês a conhecer, neste caso, aos parceiros sexuais, se não te conheceres primeiro.

 

Diz adeus aos complexos e aos bloqueios

A segunda regra para uma sexualidade saudável, é encará-la de forma positiva. A impossibilidade de atingir o orgasmo pode estar dentro da tua cabeça.

Tens baixa autoestima ou complexos com o teu corpo ou com qualquer outra coisa? Isso pode estar a afetar a tua vida sexual. É verdade que é mais fácil dizer do que fazer mas tens de deixar esses complexos e bloqueios para trás, porque só te estão a atrasar.

 

Já descartaste a hipótese de doença?

Uma anorgasmia pode ser provocada por um problema de saúde. De facto, até pode ser provocada pelo tratamento desse problema de saúde como, por exemplo, o uso de antidepressivos.

Se suspeitas que não consegues alcançar o orgasmo por causa de um problema físico, psicológico ou relacionado com a toma de medicação específica, consulta o teu médico, de imediato.

 

Trata (bem) de ti

Estás a passar por um período de maior stress ou em que não consegues dormir e descansar o suficiente? Tens tido picos de ansiedade? Não consegues ter um orgasmo, nem quando te masturbas? Está na hora de mudares alguma coisa.

Começa por ganhar consciência que ter saúde mental é vital! Se estás num quadro depressivo ou semelhante, procura ajuda psicológica. Muitas vezes, a anorgasmia é um sintoma de outro problema e, frequentemente, do foro psicológico e emocional. Diz ‘sim’ a ser feliz, a um estilo de vida saudável, com uma alimentação cuidada e muito exercício. Isto pode, realmente, ajudar.

 

Essa relação faz-te feliz?

Vamos ser sinceras, grande parte das relações que não funcionam a nível sexual, também não funcionam a nível emocional. A tua relação é saudável? Sentes-te realizada ou, por outro lado, estás presa a um compromisso que não te satisfaz? Ele não quer saber das tuas necessidades? Não alimentes uma relação tóxica ou que não funciona.

 

A comunicação é o caminho

Antes de culpar os homens pelos problemas no quarto, temos de pôr a mão na consciência e perguntar: estamos a comunicar como devemos? Podes ser completamente saudável, conhecer o teu corpo como ninguém, estar livre de preconceitos e complexos, ter uma relação espetacular mas nada disto chega se não comunicares com o teu parceiro.

Se o teu parceiro não te sabe estimular e parte logo para a penetração, sem sequer dar uma hipótese aos preliminares, diz-lhe. Mostra-lhe aquilo de que gostas. Não tenhas medo, nem vergonha, de falar e ser assertiva!

 

Não fiques obcecada

Se, de momento, a tua vida sexual não está muito saudável, o pior que podes fazer é ficar obcecada com isso!

O sexo não tem como objetivo um orgasmo mas sim o prazer mútuo e a conexão com a outra pessoa. Desfruta, sem pensar que tens de ter um orgasmo. Concentra-te no que está a acontecer mas não trates o momento como uma “missão”.

Um conselho? Pensa mais em sexo durante o dia, fantasia de forma saudável, encara o sexo como uma coisa boa, que te faz bem.

 

Segurança é essencial

Há muitas mulheres que não conseguem desfrutar do sexo porque estão demasiado preocupadas com a segurança e a proteção. Se é o teu caso, relaxa. Hoje em dia, são muitos os métodos de contraceção regular, adequados a cada uma de nós. Se, por algum motivo, tiveres relações sexuais não protegidas ou o teu método contracetivo falhar, podes optar pela contraceção de emergência e tomá-la o mais rápido possível.

Sê sincera com o teu parceiro e partilha as tuas preocupações. Ele vai entender.

 

Imaginação e novas experiências

Se, por acaso, te aperceberes que o teu problema é só “mau sexo”, então, a solução é muito mais fácil, rápida e divertida: experimenta estas posições que te vão levar à lua!

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5 Razões para usar o preservativo feminino

No que toca à proteção, nós, mulheres, temos tanta responsabilidade como os homens. Mostramos-te as 5 razões pelas quais o preservativo feminino pode ser o teu novo BFF.

Usar ou não usar o preservativo feminino? Eis a questão.

A resposta é: sim, sim e sim!

Este pequeno aliado é mais importante do que pensas mas vamos começar pelo princípio.

O que é o preservativo feminino, como se usa e quando?

O preservativo feminino foi desenvolvido em 1984 e lançado internacionalmente em 1991, pelo médico dinamarquês Lasse Hessel.

É semelhante ao masculino em forma e uso: é um método contracetivo de barreira, com forma aproximadamente tubular. Tem um anel na extremidade aberta que o mantém no sítio e que fica localizado no exterior da vagina, cobrindo a vulva. Na outra extremidade – esta fechada – pode ter um anel mais pequeno ou uma esponja maleável, para ajudar a que se acomode dentro da vagina.

Para colocá-lo, só tens de apertar o anel ou esponja da extremidade fechada, com os dedos, e inseri-lo na vagina. Depois e com cuidado para não rasgar, empurra-o para cima com o dedo indicador como se fosse um tampão, deixando o anel externo em contacto com a vulva.

O preservativo feminino, tal como o masculino, protege-te contra infeções sexualmente transmissíveis, HIV ou uma gravidez não desejada.

Preservativo feminino: 5 razões para usar e abusar!

Agora que já esclarecemos o que é e como usar, vamos aos porquês. Porque é que o preservativo feminino é um bom aliado para uma mulher? Porque é que os homens deviam conhecê-lo melhor?

Protege-te a ti e a ele de IST’s – mais ainda que o preservativo masculino!

Quando usado corretamente, o preservativo feminino previne infeções sexualmente transmissíveis e é mais eficaz do que o preservativo masculino. Como? Fácil! Ao cobrir parte da tua vulva, reduz a área exposta a doenças transmitidas pelo contacto entre a tua pele e a dele – como por exemplo, o herpes.

Não sendo completamente infalível na prevenção da gravidez, em caso de falha contracetiva ou após uma relação sexual não protegida, deves explorar as tuas opções no que respeita à contraceção de emergência. Sabe mais aqui.

 

É confortável e latex-free

De certeza que já ouviste algum homem queixar-se de que os preservativos apertam ou são desconfortáveis. Pois essa desculpa – ou não – acabou!

O preservativo feminino é mais largo e comprido e adapta-se perfeitamente à tua vagina, dilatada durante o sexo e a excitação sexual. É hipoalergénico e como não tem látex, as alergias já não são uma possibilidade.

 

Pode aumentar o prazer sexual de ambos!

Durante o sexo vaginal, o anel externo do preservativo feminino roça o clitóris e outras áreas sensíveis da vulva, funcionando como um estímulo adicional. Já o anel interior, estimula a glande do pénis. Saem os dois a ganhar!

Para além disso, também pode ser usado com lubrificantes à base de água ou de óleo, ou seja, podes usar aqueles lubrificantes com sensação térmica de calor ou frio, para aumentar o prazer de ambos. Muitos homens admitem preferir o preservativo feminino porque não o sentem constrito ou apertado durante o sexo – um pouco como o sexo “nu”.

Tu tens o controlo

Em vez de dependeres dele para trazer um preservativo, podes tomar as rédeas e decidir como te proteges de uma gravidez não planeada ou de ISTs.

Sabias que o preservativo feminino, ao contrário do masculino, não precisa de ser colocado na hora? Podes colocá-lo e usá-lo, confortavelmente, até oito horas antes da relação, sem que seque ou perca a eficácia. Além disso, o preservativo feminino não depende de uma ereção masculina, pelo que nunca mais vais perder “o momento”.

Sexo oral seguro, sem preocupações!

Esta parte é muito, muito importante. Sabias que podes receber sexo oral em completa segurança com o preservativo feminino?

Como o preservativo cobre parte da vulva e a entrada da vagina, o teu parceiro não vai ter problema nenhum ao satisfazer-te com aquela maravilhosa sessão de sexo oral. Acabaram as dúvidas, as hesitações e as preocupações, é só aproveitar!

 

Finalmente, nunca, em situação alguma, uses um preservativo feminino e um masculino ao mesmo tempo. É muito perigoso, pois a fricção entre os dois pode fazer com que rasguem.

Se estiveres preocupada com uma gravidez indesejada, usa um método contracetivo adicional que seja compatível com o preservativo feminino, como espermicidas, contracetivos hormonais (pílula) ou o DIU. Mas lembra-te, só o preservativo masculino e feminino te protegem de doenças sexualmente transmissíveis.

Pronta para experimentar o preservativo feminino? Se sim, recomendarias a uma amiga

 

Em ellaone.pt, encontrarás todas as informações sobre a pílula do dia seguinte ellaOne.

Guia prático de contraceção de emergência

O que é?

A contraceção de emergência é um método para prevenir a gravidez, que pode ser usado até 120 horas (5 dias) depois de uma relação sexual não protegida, ou em que tenha havido falha do método contracetivo habitual (preservativo, pílula, etc.)1. Há dois tipos que deves considerar:

  • A Contraceção Oral de Emergência, ou “pílula do dia seguinte”;

O Dispositivo Intra Uterino (DIU) de cobre, inserido mecanicamente no útero.

Contraceção Hormonal de Emergência

A “pílula do dia seguinte” é um comprimido de toma única, que deve ser tomado o mais rapidamente possível após uma relação sexual não protegida, ou em caso de falha do método contracetivo habitual (por exemplo, rompimento do preservativo, falha na toma da pílula, etc.)1.

Existem dois tipos de pílulas: uma que contém acetato de ulipristal (ellaOne®) e outra que contém levonorgestrel. Ambas atuam inibindo a ovulação. No entanto, no caso de já ter ocorrido ovulação e fecundação do óvulo, a pílula do dia seguinte não será eficaz, nem impedirá fecundação nem a nidação. Sendo assim, não afetará uma gravidez que já esteja em curso, nem provocará o aborto1.

ellaOne® atua atrasando temporariamente a ovulação, inclusivamente no momento de maior risco de gravidez.

DIU de Cobre

O DIU de cobre é um dispositivo feito de cobre que tem de ser inserido no útero por um profissional de saúde. Atua impedindo a fertilização do óvulo, ou a implantação do óvulo fecundado nas paredes do útero.

Deve ser inserido até 5 dias depois da relação sexual não protegida. Este método pode ainda ser usado como um método contracetivo regular.

Quando devo usar contraceção de emergência?

Deves usar contraceção de emergência no caso de teres tido uma relação sexual não protegida, ou no caso de o método contracetivo habitual ter falhado (teres rompido o preservativo, ou teres-te esquecido de tomar a pílula contracetiva, etc.), e sempre o mais rápido possível.

A contraceção de emergência tem algum efeito secundário?

A pílula do dia seguinte, como todos os medicamentos, pode provocar alguns efeitos secundários sendo alguns dos mais comuns dores de cabeça, náuseas, dor abdominal e menstruações dolorosas1.

O DIU tem alguns efeitos secundários raros associados como dor, infeção, danos no útero. No caso de escolheres o DIU como contracetivo regular podes passar por períodos mais abundantes, longos e dolorosos.

Onde posso obter a pílula do dia seguinte?

Podes obter a pílula do dia seguinte em centros de saúde, nas urgências de ginecologia dos hospitais e nos centros de atendimento a jovens. Podes comprá-la ainda na farmácia, sem receita médica.

O DIU pode ser comprado na farmácia, com receita médica, e tem que ser colocado por um ginecologista ou profissional de saúde.

Resumindo:

  • A pílula do dia seguinte não é abortiva e não afeta a fertilidade1.
  • A contraceção de emergência NÃO protege de Doenças Sexualmente Transmissíveis1. O único contracetivo que protege de DST é o preservativo.
  • A pílula do dia seguinte NÃO substitui um método contracetivo regular1.
  • Se não menstruares 3 a 4 semanas depois do uso de contraceção de emergência deves fazer um teste de gravidez.

Em caso de dúvida, procura sempre aconselhamento do teu médico ou farmacêutico.

Para mais informações, visita ellaone.pt, onde encontrarás todas as informações sobre a pílula do dia seguinte ellaOne®.

1. Resumo das Características do Medicamento ellaOne®

 

Copo menstrual: vantagens e inconvenientes

A esta altura do campeonato, todas nós já ouvimos falar sobre o copo menstrual. Mas a realidade é que nem todas demos uma oportunidade ao tema, pelo menos é o meu caso.

A primeira vez que ouvi falar do copo menstrual, foi há alguns anos atrás. Uma amiga de uma amiga usava e dizia maravilhas e ainda por cima é ecológico. Com estas características, conseguiu captar a minha atenção, mais que não fosse porque sentia que mais uma vez estava a contribuir para melhorar o meio ambiente e isso, faz-me sentir genial. Verdade seja dita, os pensos e os tampões de ecológicos não têm nada.

Depois de perceber como funcionavam, a verdade é que não me aventurei a experimentar, não sabia o tamanho que devia comprar e até mesmo onde comprar se na farmácia se na internet. Só problemas para uma coisa tão simples. Deixei o copo menstrual em águas de bacalhau até que, um dia vi um vídeo de uma adolescente muito contente por usar o copo menstrual e lá me animei. Na farmácia disseram-me que o meu tamanho era o mais pequeno porque tenho pouco fluxo e ainda não tive filhos. Embora a diferença não seja muito grande entre tamanhos pequenos e grandes, existem marcas que vendem apenas um tamanho.

Tenho usado o copo menstrual desde há dois anos. E ainda bem que o fiz, fico muito feliz por usá-lo. No início, a mudança custa, como tudo na vida, mas rapidamente me acostumei e tenho as minhas técnicas para que tudo corra às mil maravilhas.

As vantagens do copo menstrual são muitas:

Saudável

Esta é uma das principais vantagens, embora todas as outras sejam igualmente boas. O copo menstrual não contém produtos químicos, por isso é perfeitamente saudável. Por outro lado, os tampões possuem branqueadores, substâncias químicas responsáveis pela presença de dioxinas. As dioxinas são das substâncias químicas mais fortemente associadas ao risco de cancro. Isto não é nenhum segredo, está no papelinho que vem dentro da caixa dos tampões, é só leres.

Além disso, ao armazenar o fluxo menstrual em vez de absorvê-lo, protege a flora vaginal de possíveis infeções.

Confortável

Não sai do sítio, não pode ser visto, porque não tem nenhum fio que fique pendurado por fora, nem deita nenhum tipo de cheiro. Podes fazer todo o tipo de atividade física que não vai mover-se. É 100% seguro. Além disso, podes esquecer andar sempre prevenida, é menos uma preocupação que tens nesses dias.

Capacidade

O número de vezes por dia que precisas “trocar” é muito reduzido. Este fator, somado ao fato de que não é tóxico, faz do copo menstrual perfeito. Só precisa ser trocado a cada 8 a 12 horas. Mas claro que devemos ter em conta o tamanho do copo menstrual em função do fluxo menstrual.

Ecológico

Não coloquei esta como principal vantagem, porque as minhas prioridades podem não ser as tuas. Mas eu fico feliz por não ser descartável e poder reutilizar. O mesmo copo dura entre 10 a 15 anos. Isto melhora e muito o saldo ao fim do mês quanto mais ao final do ano. E bem sabemos como são caros os produtos de higiene intima feminina têm o mesmo IVA que o caviar. Uma verdadeira loucura!

As desvantagens, para chamá-las de alguma forma:

Irritante

Isto não chega a incomodar-te nada se escolheres o tamanho certo. Eu recomendo usares um que tenha um formato mais arredondado para que não haja contacto e sintas algum tipo de irritação.

Complicado

Não é difícil e ao longo do tempo já tens as tuas técnicas, tal como aconteceu quando começaste a usar pensos higiénicos ou tampões. Actualmente para mim é muito simples.

Não é nada agradável

Bem das primeiras vezes não é muito agradável, porque não estamos habituadas. Mas se usares um pano húmido ou um pedaço de papel higiénico para retirares o copo, garanto-te que dificilmente ficas suja.

Não penses nisso, anima-te e arrisca sem medos. Depois de alguns meses estás tão satisfeita quanto eu. Partilha a tua experiência nas nossas redes sociais.


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Nova geração de preservativos com mais de 60 tamanhos

Como podes perceber pelo título deste post, vamos falar da nova geração de preservativos, sim esse tão conhecido contraceptivo masculino que muitas vezes é um desmancha prazeres a meio de uma relação íntima com o nosso parceiro.

Às vezes, é irritante para os dois, outras vezes só para um e algumas vezes não incomoda ninguém, o que é perfeito!

E porque falamos de preservativos se todos já sabem como funcionam?

Bem, porque, finalmente, houve desenvolvimentos em relação a este contraceptivo masculino. Como já deves ter ouvido, antes existiam preservativos, mas feitos de outros materiais, como tripas de animais. Em 1949 os preservativos passaram a ser feitos de látex e desde então não houve mudanças significativas.

Mas parece que a coisa está a mudar e tudo se tem feito para tornar a vida mais confortável e agradável ao mesmo tempo. Os novos preservativos chegaram às prateleiras, mas, a meu ver já lá deviam estar há muito tempo, e prometem revolucionar o mercado. Trata-se de preservativos que podem ser encontrados em mais de 60 tamanhos diferentes, o que só foi possível combinando diferentes medidas de comprimento e diâmetro.

Com este produto, será possível reduzir o número de pessoas que não conseguem manter relacionamentos íntimos com o seu parceiro usando recorrendo aos preservativos como método contraceptivo. Uma das razões principais é que apertam demasiado, e essa pressão produz desconforto para ambos.

Outro motivo convincente é o medo de que o preservativo se rompa, porque é muito justo ou não tem a medida correta. Esse medo, associado à possibilidade de uma gravidez não planeada, no caso do preservativo falhar.

Cada pessoa é única e tem diferentes necessidades. É por isso que é tão lógico que esta mudança nos preservativos tenha sido introduzida, pena que só agora. De agora em diante, sabendo as medidas (comprimento e diâmetro) podemos adquirir um produto personalizado, facilitando relacionamentos íntimos entre o casal e tornando-os sem dúvida mais agradáveis.

Desafio-te a experimentar diferentes preservativos com o teu parceiro e a desfrutar dos vossos muitos relacionamentos íntimos de uma forma mais confortável e segura a partir de agora.


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