A química do sexo: o que acontece no teu cérebro

O sexo é bem mais complexo do que pensamos. Será que sabes quais os químicos que atuam no teu cérebro durante o sexo?

O sexo despoleta uma montanha russa de emoções, de tal forma que às vezes é confuso perceber o que se está a passar – tanto no teu corpo como no teu cérebro. Assim, é importante perceberes o que se passa biologicamente durante o sexo, e quais são os químicos responsáveis pelas diferentes sensações que tens. E, quem sabe, compreender o que se passa antes, durante e depois, pode ter o potencial de tornar o sexo ainda mais espetacular?

Química do sexo: o que acontece antes, durante e depois?

O centro de operações do sexo é, sem dúvida, o cérebro. É aqui que são produzidas a maioria das hormonas e substâncias químicas que atuam durante o sexo, e que te fazem sentir isto ou aquilo, desta ou daquela forma. Vamos a elas?

O ANTES: as hormonas e a excitação sexual
O desejo de fazer sexo é emocional, é certo, mas também é biológico. Aqui, os químicos responsáveis são as hormonas testosterona e estrogénio. Enquanto estas duas hormonas são tipicamente rotuladas de masculina e feminina, respetivamente, ambas têm um papel muito importante na mulher. A testosterona é responsável pelo aumento da líbido em homens e mulheres, mas o estrogénio – apesar de menos pronunciado – também. É por isto que algumas mulheres têm mais líbido durante a ovulação.

O DURANTE: um cocktail de químicos naturais
Durante o sexo, há um aumento do fluxo sanguíneo para certas partes do corpo – clítoris ou mamilos, por exemplo. Assim, o batimento cardíaco, a pressão arterial e a respiração vão aumentar. A dopamina e epinefrina (hormona da adrenalina) aumentam rapidamente durante o sexo, e além de um sentimento de prazer podes sentir os teus músculos a ficarem mais tensos. À medida que te aproximas do clímax, o orgasmo, o hipotálamo prepara-se para uma “explosão” de oxitocina e de dopamina. A oxitocina, chamada “hormona do amor” neutraliza o cortisol, a hormona do stress, por isso é que nos sentimos tão relaxadas quando estamos quase a atingir o orgasmo, e depois deste. No momento “O”, de clímax, há uma enorme libertação de serotonina na corrente sanguínea. Esta é frequentemente chamada a “molécula da felicidade”.

O DEPOIS: o antidepressivo natural
Depois do sexo, e especialmente depois de um orgasmo, o teu sistema está inundado de químicos que te fazem sentir bem e que, juntos, agem como um antidepressivo natural. A dopamina é responsável pela sensação de euforia, sensação de motivação e determinação, e combate à depressão. A oxitocina que está a borbulhar no teu sangue faz-te sentir mais positiva e com mais energia, dando uma sensação de bem-estar e de relaxamento. Mas atenção! A oxitocina é também responsável por um certo sentimento de apego – aquela vontade de fazer conchinha depois da relação sexual. E porque é que às vezes sentimos sono? A “culpa” é das hormonas progesterona e melatonina. Estas são produzidas para atenuar o desejo sexual e normalmente, em algumas mulheres nota-se mais que outras, causam uma sensação de sonolência.

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